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Choque Cultural
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Os gestos e
seus surpreendentes significados
Por Jairo de Oliveira
Estando fora do nosso país, é necessário termos muito
cuidado com os gestos e sinais que fazemos às pessoas.
Eles podem variar bastante em forma e significado e
comunicar um grande número de mensagens numa linguagem
não-verbal.
Freqüentemente, os missionários têm tido contato com
esse tipo de experiência no relacionamento com outras
sociedades. Uma amiga missionária na Ásia descreve
alguns dos significados de gestos encontrados por lá:
“Os gestos transmitem muitos códigos, o que, para muitos
estrangeiros, passa despercebido: os gestos com os pés,
com as mãos e, em particular, com os olhos. É fácil
aprender o que significam os movimentos da cabeça:
movê-la várias vezes para os dois lados significa ‘sim’,
mas fazer um balanceio incompleto quer dizer ‘não’. Há,
também, certos ruídos com a boca que significam ‘não’,
sendo usados, em especial, por aqueles que possuem véus
ou tiaras sobre a cabeça”.
Ignorar a linguagem dos gestos ou desconhecê-la pode nos
lançar em situações bastante constrangedoras. Na África
do Sul, por exemplo, é com as mãos que as quadrilhas
sinalizam para se identificar. Nos presídios, há três
principais gangues que, com os dedos polegar, indicador
e médio indicam seus respectivos números: vinte e seis é
o número da gangue dos ladrões; vinte e sete, dos
assassinos; e vinte e oito, dos homossexuais. Imagine
alguém que, nesse contexto, faça um desses sinais
involuntariamente ou tenha em mente outro significado?
Trabalhando em Bangladesh, a missionária Ruth Kinsman,
da SIM (Servindo em Missões), teve uma experiência
interessante nas primeiras semanas ao responder,
utilizando uma das mãos, quando as pessoas lhe
perguntavam se estava bem. Em resposta afirmativa, ela
fazia o sinal de tudo bem, erguendo o dedo polegar e
retraindo os demais. Somente semanas depois de repetir o
sinal diariamente foi que ela descobriu que, naquela
cultura, o gesto que fazia era considerado obsceno e,
conseqüentemente, fechava-lhe as portas para que
mantivesse um relacionamento com o povo.
Notas:
1 Gloria Mendes, Latinos no mundo muçulmano, Sepal, p.
28.
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