|
Breve novas enquetes.
Aguarde!
Clique aqui
para conferir as enquetes anteriores.
|
|
|
|
Brasil em Pauta
|
PARÁ
A obra-prima da Amazônia
A origem do nome Pará vem do termo Pa’ra, que significa, na
língua tupi-guarani, “rio-mar”. Era dessa forma que os índios
denominavam o braço direito do rio Amazonas, engrossado com as
águas do rio Tocantins. Essa “fusão” de águas torna o rio tão
vasto, a ponto de não se poder ver a outra margem, que ele
mais se parece um mar do que um rio.
Ao chegarem à região, os portugueses chamaram a terra,
primeiramente, de Feliz Lusitânia. Depois, Grão-Pará (Ou seja,
“Grande Rio”). E, finalmente, apenas Pará.
Desde o início do século 16, a região foi invadida, diversas
vezes, por holandeses e ingleses, que buscavam sementes de
urucum, guaraná e pimenta.
No século 17, a região conheceu um período de grande
prosperidade, com a proliferação de lavouras de café, arroz,
cana-de-açúcar, cacau e tabaco, além das fazendas de gado.
Cortado pela linha do Equador, no extremo norte, o Pará é
dividido em 143 municípios, onde vivem cerca de seis milhões
de pessoas, e já conta como uma infra-estrutura capaz de
sustentar a implantação de projetos produtivos para alavancar
o desenvolvimento do Estado.
Belém, a capital
Com 389 anos completados em 12 de janeiro, Belém
reconciliou-se com o seu passado. Fundada em 1616, à beira da
Baía do Guarajá, no ponto onde hoje está o forte do Presépio,
a cidade teve sua belle époque durante o ciclo da borracha (no
final do século 19 e começo do 20). Depois disso, sofreu uma
queda em seu vigoroso desenvolvimento. Mas o trabalho de
restauração e as transformações arquitetônicas, gastronômicas
e culturais pelas quais passou na última década levaram os
moradores a recuperar o orgulho cosmopolita esquecido no ciclo
da borracha e a se voltarem para a retomada da orla da Baía do
Guajará, que já não é mais o berço abandonado da história
paraense.
O viajante que chega à cidade sente na pele e na vista o misto
de feitios indígenas e trejeitos europeus. É impossível não
identificar um quê de exotismo no ar. Construções antigas,
igrejas e casas de senhor de engenho têm roupagem restaurada e
interior moderno: abrigam museus, restaurantes e centros
culturais.
Não esmoreça, o clima quente e úmido pode dar vontade de ficar
no ar condicionado do hotel. Mas não ceda. Deixe-se levar pela
história, capriche na hora de escolher o prato e compreenda a
formação cultural de Belém. E leve o guarda-chuva para o
chuvisco das 14h.
Marajós, a maior ilha “fluviomarinha” do mundo
De frente para Belém, a ilha de Marajó está rodeada pelos rios
Amazonas e Tocantins, e também pelo Oceano Atlântico. O seu
porto principal é a cidade de Soure, considerada a capital da
ilha. Com quase 50 mil km2, suas belezas naturais se dividem
entre a planície coberta de savana, lado Leste, e as densas
florestas, lado Oeste.
É cativante, ainda, por sua cultura. O destaque vai para as
danças do carimbó e do lundu, sem falar na cerâmica marajoara.
Exemplares antigos dessa arte podem ser vistos no Museu Emílio
Goeldi, em Belém, ou no Museu de Marajó, em Cachoeira de Arari,
um pequeno povoado erguido em palafitas, a 74 km de Soure.
Ainda hoje, seu traçado inspira a produção artesanal de vilas
como Ponta de Pedra, onde a maioria dos oleiros descende de
negros e índios.
Culinária
Melhores restaurantes:
•Estação das Docas (possui todo tipo de comida).
•Restaurante do Círculo Militar (especializado nos pratos
regionais).
•Chez Toi (pratos variados).
•Fundo de Quintal (especializado em frutos do mar).
Curiosidades
•Todo mundo dorme depois do almoço (sesta).
•A cidade possui túneis de mangueira.
Onde comprar
•Feira de artesanato da praça da República.
•Feira de artesanato de Icoaraci (cerâmica marajoara).
Cuidados
•O forte calor.
•A culinária, que, embora seja muito gostosa, é extremamente
condimentada.
•A chuva depois do almoço.
•E a violência, comum nas grandes cidades.
|
|
|
|

|
televendas
(11) 2816-3830
|
|
|

|

Bíblia Apologética de Estudo
4 x R$ 30,00
|
|
 |
|
|

|

Curso de Teologia à Distância BÁSICO
6 x R$ 97,00
|

|

Curso de Teologia à Distância MÉDIO
6 x R$ 194,00
|

|

Curso de Teologia à Distância BACHAREL
6 x R$ 388,00
|

|

Curso de Teologia à Distância MÉDIO COMPLEMENTAR
6 x R$ 97,00
|

|

Curso de Teologia à Distância BACHAREL COMPLEMENTAR
6 x R$ 194,00
|

|

Curso de Apologética à Distância FASE I
6 x R$ 97,00
|

|

Curso de Apologética à Distância FASE II
6 x R$ 97,00
|

|

Série Apologética I
6 x R$ 48,50
|

|

Série Apologética II
6 x R$ 48,50
|

|
|
|

|
|
|
|
|