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Matéria
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Ministério
Internacional Creciendo en Gracias
Um perigo para o cristão desavisado!
Por Paulo Cristiano
“Vocês são todos abençoados”, diz o líder, ao abrir a
reunião. Em seguida, em meio a aplausos e murmúrios de
frases nada convencionais, ordena que as pessoas digam
que “esteja ativada a mente de Cristo”. Apesar de certas
frases e a liturgia serem semelhantes à de algumas
igrejas evangélicas, todavia, estamos diante de um dos
grupos pseudocristãos mais perigosos que têm surgido nos
últimos tempos: o Ministério Creciendo en Gracias
[Crescendo em Graça], o qual, daqui por diante,
chamaremos de MCG.
O MCG se mostra um movimento muito fértil em produzir
heresias. Tais desvios doutrinários, por vezes, vêm
camuflados com nomes atrativos, como, por exemplo,
“cápsulas de graça”, que, segundo eles, nada mais são do
que “o resumo de um fundamento da doutrina da graça que
contém a posição tradicional e desviada dos
religiosos...”. Neste artigo, pretendemos expor os
ensinos pregados por esse movimento para que o povo de
Deus não seja “levados em roda por todo o vento de
doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam
fraudulosamente” (Ef 4.14). Toda a nossa pesquisa está
baseada no site oficial do MGC.
Origem do movimento
Seu idealizador foi o porto-riquenho José Luiz de Jesus
Miranda, mais conhecido como “o apóstolo”, fundador e
líder do MCG. Não nos deteremos em refutar todas as
heresias concernentes à sua pessoa, mas somente as
heresias que consideramos de maior importância para a
manutenção da ortodoxia doutrinária.
A sede mundial do MCG fica em Miami, Flórida, EUA.
Fundado por volta de 1986, o movimento chegou ao Brasil
dez anos atrás, aproximadamente1. Atualmente, a central
do movimento por aqui fica em Guadalupe, bairro do Rio
de Janeiro, RJ. O MCG alega que está presente em todo o
continente americano e na Austrália, perfazendo um total
de 24 países. No Brasil, estão fixados em nove Estados,
sendo que em São Paulo possui seis igrejas, as quais
denominam “centros educativos”. Mantêm ainda vários
programas de rádio e TV.
Um movimento excêntrico
Problemas com a hermenêutica
Pesquisando o MCG por meio de seus sermões, testemunhos
e credos, fica fácil traçar o perfil doutrinário e a
tendência psicológica do grupo. São pessoas que vivem
sob a tutela de “revelações”. O próprio fundador alega
ter recebido sua doutrina diretamente de Jesus: “A fé é
uma ciência, olhe, essa ciência ninguém nesta terra
conhece [...] nem eu a conhecia. O Senhor me comunicou,
pessoalmente...”. O MCG usa e abusa de textos bíblicos
de maneira inescrupulosa a ponto de truncar determinados
versículos a fim de sustentar seus pontos de vista
heréticos. Veremos isso nas distorções apresentadas mais
adiante.
Problemas com a semântica
Fazem uso de uma semântica enganosa, pois, ao mesmo
tempo em que exprimem suas doutrinas usando termos
tipicamente cristãos, atribuem, contudo, significados
totalmente diferentes, reinterpretando os termos
bíblicos. Um exemplo disso é o que eles entendem pela
palavra cristão: “... Ser cristão não é receber a Cristo
como Salvador ou crer nele, mas, sim, receber e aceitar
os ensinos que o apóstolo Paulo deixou como fundamento,
e que agora o após-tolo José Luis de Jesus explica para
a edificação do Corpo de Cristo”.
Semelhanças do MCG com as demais seitas
Unicismo
Não acreditam na Trindade. São modalistas. Para eles,
Deus é uma só pessoa que se manifestou de três maneiras
diferentes (também chamado de sabelianismo). Dizem:
“Cremos que Deus é um, e um é o seu nome. O trinitarismo
é uma falsa doutrina que pretende separar a pessoa de
Jesus Cristo de Deus Pai como dois seres em separado. O
unitarismo ensina que é só Jesus. Ao contrário, nós
ensinamos que Jesus é também o Pai, o Filho e o Espírito
Santo. Três manifestações, porém, um só Deus”,
semelhante ao que crêem os grupos Tabernáculo da Fé, Voz
da Verdade e Igreja Local”.
Aniquilacionismo
De forma idêntica às testemunhas-de-jeová e aos
adventistas do sétimo dia, são aniquilacionistas. Não
crêem no inferno de fogo e chegam a afirmar: “Com
respeito ao evangelho, quer dizer, às quatorze cartas
que Paulo escreveu depois da cruz, nunca mencionou a
palavra inferno, isto se deve ao fato de que o inferno
não existe”.
Reencarnacionismo
Também acreditam na possibilidade da reencarnação: “Veja
bem, a reencarnação é um recurso usado por Deus do jeito
que Ele quer. Não é uma forma automática na vida do
crente. É totalmente regulada por Deus”.
Preexistência dos espíritos
Semelhante à crença mórmon, acreditam na preexistência
dos espíritos. Na verdade, acreditam que os anjos não
são nada mais que espíritos sem corpos e os seres
humanos, anjos com corpos. Re-ferindo-se aos adeptos do
grupo, dizem: “Os membros desta família sabem que
existiam em condição de anjos antes da fundação do
mundo”.
Adão como Satanás
Para eles, Adão foi Satanás encarnado. Ao morrer na
cruz, Jesus aniquilou o pecado de Adão que seria a obra
do diabo; ou seja, o diabo e o pecado não existem mais,
foram aniquilados. “Deus depositou no primeiro homem o
espírito de Satanás; ou seja, Adão era Satanás...”.
Deificação do homem
Assim como os localistas e os novaerenses, também
acreditam que são deuses: “Você é um espírito criado por
Deus à sua imagem e semelhança, porque Deus teve filhos,
e Deus os chamou de deuses. Diga: SOMOS DEUSES...”.
Peculiaridades doutrinárias do MCG
• Afirmam que existem dois evangelhos: um falso (o da
circuncisão), pregado por Pedro e os demais apóstolos, e
outro verdadeiro (o da incircuncisão), pregado por Paulo
e agora por José Luiz de Jesus;
• Fazem diferença entre Jesus de Nazaré e Jesus Cristo.
Dizem: “É por isso que Paulo ensinava a servir àquele
que ressuscitou e não a Jesus de Nazaré, que foi o corpo
de Cristo (Rm 7.4). Em outras palavras, servir a Jesus
Cristo ressuscitado é colocar-se depois da cruz e imitar
a Jesus de Nazaré é colocar-se antes da cruz”. E mais:
“O evangelho diz que, para darmos fruto para Deus,
devemos ser do ressuscitado. Se você é
de Jesus de Nazaré dá fruto, porém, para os homens,
porque a doutrina de Jesus de Nazaré produz fé fingida”.
• Tentam fazer uma antítese entre o evangelho pregado
por Paulo e o evangelho pregado dos demais apóstolos,
principalmente Pedro e João. Referindo-se a Pedro,
afirmam: “Paulo profeticamente disse: ‘Com a minha
partida, entrarão lobos vorazes que não perdoarão o
rebanho’ (At 20.29). E mais: “Que antes da vinda do
Senhor se manifestaria a apostasia, o iníquo (2Ts 2.4).
Quem se opôs ao sacrifício de Jesus (Mt 16.21-23), quem
se opôs ao evangelho de Paulo (Gl 2.11-14)? Pedro, o
mesmo que deu a mão a Paulo em sinal de companheirismo e
que, em seguida, Paulo repreendeu por ser hipócrita (Gl
2.9-14). Foi por isso que Paulo disse que o mistério da
iniqüidade já estava em ação (Pedro), mas havia quem o
deteria (Paulo), até que fosse tirado do meio (2Ts
2.7)”.
• Referindo-se a João, afirmam, no mesmo fôlego: “Quando
um crente é iluminado, ele entende que o diabo já não
existe mais, que o pecado foi aniquilado,que está morto
à lei, que foi Deus quem o escolheu antes da fundação do
mundo, que é santo e está sem mancha diante do Senhor.
Do contrário, ele chama esta revelação de blasfêmia,
heresia. E mais, porque João não foi iluminado por esta
palavra, ele chamou Paulo de anticristo, porque Paulo
ensinava a não imitar a Jesus de Nazaré, mas a Jesus
Cristo, o ressuscitado (Rm 7.4)”. Sustentam, ainda, que
somente o apóstolo Paulo recebeu a revelação do
evangelho da graça.
• Segundo o MCG, as igrejas cristãs foram somente
aquelas fundadas a partir do apóstolo Paulo. As demais,
ainda na concepção deles, eram todas seitas judaicas,
não tendo nada a ver com o evangelho de Cristo.
• Não batizam, não tomam a santa ceia e não incentivam
os membros ao arrependimento de pecados, pois entendem
que tudo isso deve ser deixado de lado. Para que possam
sustentar tal absurdo, argumentam que essas coisas são
apenas rudimentos da doutrina
de Cristo que ficaram para trás.
Neomarcionismo
Sem dúvida, o senhor José Luiz pretende reviver, com
todo o vigor, as antigas heresias marcionitas. É o
neomarcionismo redivivo em pleno século XXI.
Marcião foi um presbítero do século 2 o que, no esforço
de afastar e eliminar do cristianismo todos os elementos
judaicos das Escrituras do Novo Testa-mento, com o
objetivo de “desjudaizar” a religião cristã, elaborou
uma depuração dos escritos neotestamentários. Rejeitou
os evangelhos de Marcos, Mateus e João. Forjou seu
próprio cânone com textos selecionados do evangelho de
Lucas e das cartas paulinas, muitas delas mutiladas.
Para ele, nenhum dos apóstolos havia entendido
perfeitamente a doutrina de Jesus, com a exceção de
Paulo. Por isso, Paulo, para Marcião, é o apóstolo por
excelência, pois recebeu de Jesus, por revelação, o
verdadeiro evangelho. Fazia, ainda, distinção entre o
deus mau do Antigo Testamento com o deus bom do Novo
Testamento.
Esses ensinamentos são hoje apregoados por José Luiz de
Jesus, que os confirma com a seguinte declaração: “Você
não pode conhecer a Deus na lei. Imagine você. Esse Deus
do Antigo Testamento. Deus não é assim. Esse é um lado
de Deus. Esse é o lado mau de Deus, porque Deus é bom e
Deus é mau”.
É interessante que a semelhança entre os dois sistemas é
idêntica até mesmo nos pormenores. É sabido que Marcião
foi o primeiro a formular um cânon pessoal, enquanto o
senhor José Luiz divide arbitrariamente a Palavra de
Deus da seguinte forma: Escrituras (escritos do Antigo
Testamento), História (os quatro evangelhos e o livro de
Atos) e Evangelho (somente as epístolas paulinas,
inclusive Hebreus).
Respondendo algumas heresias do MCG
Adão e Satanás são a mesma pessoa?
“Como caíste do céu [...] Como foste lançado por
terra...” (Is 14.12-16).
Os adeptos do MCG acreditam que este texto aponta para
Adão, o qual seria o próprio Satanás. Dizem que a
palavra “cortado”, em certa tradução, está errada. O
certo seria “foste formado”.
Resposta apologética
Antes de tecermos quaisquer comentários sobre isso, é
bom lembrar que a Bíblia sempre compara Satanás com a
antiga serpente, o dragão, o leão (2Co 11.3,14; Ap12.9;
20.2), mas nunca com Adão. A serpente é a mesma que
tentou Adão e Eva (Gn 3). Portanto, a gênese da queda
envolveu três personagens: Adão, Eva e a serpente,
influenciada por Satanás. Outro fato que deve ser
considerar é que o capítulo inteiro é uma continuação da
profecia contra o império da Babilônia (Is 13.1; 14.4).
Quem caiu foi o rei da Babilônia (Is 14.8), monarca que
debilitava as nações (Is 14.12) e era soberbo (Is
13.19). A história nos relata que os reis babilônicos
tinham todas essas características de grandeza (Dn
4.22); mas, por fim, foram abatidos (Cf. Is 14.23 com Is
47.10). O “homem” do qual fala o verso 16 não pode ser
Adão, porque, em sua época, não havia reinos ou nações.
Adão não tinha cidades e muito menos fazia pessoas
cativas (v.17). Mas isso se encaixa perfeitamente com o
rei da Babilônia, usado no texto como figura de Satanás.
Pedro foi inimigo de Paulo?
“... Mas há alguns que vos inquietam e querem
transtornar o evangelho de Cristo” (Gl 1.6-8).
Declaram que este texto refere-se aos apóstolos,
principalmente Pedro, que queriam perverter o evangelho
de Paulo.
Resposta apologética
Certamente, o apóstolo Paulo está-se referindo à
repreensão dada a Pedro em Gálatas 2.11. Mas daí
construir uma aversão entre o evangelho de Paulo e o
evangelho de Pedro é ser desonesto com o contexto
bíblico, até porque este incidente foi tão irrelevante
que Lucas não o menciona em seu livro: Atos dos
Apóstolos. Havia, na igreja, muitos da circuncisão (At
10.45; 15.5). O próprio Pedro teve problemas com alguns
deles (At 11.2). Este incidente, talvez, explique o
receio na atitude de Pedro em Gálatas 2.12. O que Paulo
condenava, ao que parece, era o fanatismo de alguns (Fl
3.2) e não o ministério da circuncisão que lhes fora
confiado (Cl 4.11). Paulo chega a reconhecer os dois
ministérios como sendo de procedência divina (Gl 2.7,8).
Dois ministérios, mas um mesmo evangelho.
Paulo se submeteu à igreja-mãe, em Jerusalém (At
15.2,3.22), e quando menciona aqueles “que pareciam ser
alguma coisa” (Gl 2.6), parece referi-se aos mesmos que
se diziam da parte de Tiago (Gl 2.12), mas que não foram
enviados por este (At 15.24). Paulo, depois do incidente
com os da circuncisão em Antioquia, subiu a Jerusalém
para decidir sobre essas questões teológicas com os
apóstolos e obteve deles todo o apoio, inclusive o de
Pedro (At 15. 23-29). Portanto, a censura de Paulo em
Gálatas 1.6,7 não é dirigida aos após-tolos, mas aos da
falsa circuncisão (Tt 1.10), dos quais Pedro também foi
vítima.
Não ao batismo e ao arrependimento?
“... Deixando os rudimentos da doutrina de Cristo...” (Hb
6.1,2).
Acreditam que este texto os isenta do batismo e do
arrependimento. O batismo seria um rudimento a ser
abandonado de vez pelos cristãos.
Resposta apologética
Mal interpretado pelos adeptos do MCG, o texto em
referência não diz o que eles afirmam dizer. O que o
escritor está dizendo tem sua razão em Hebreus 5.12-14.
Todos os itens alistados nos versos 1 e 2 são os passos
iniciais de quem ainda é novo convertido. Em
contrapartida, pelo tempo que já estavam no evangelho,
deveriam ser mestres. Mas, metaforicamente, ainda
estavam se alimentando com “leite”; ou seja, com as
primeiras doutrinas cristãs, da necessidade de se
arrependerem dos pecados, de se batizarem, de terem fé
em Deus, de ouvirem falar que haverá um juízo final,
etc., ensinamentos voltados aos novos convertidos e não
aos cristãos amadurecidos na fé, no conhecimento e na
graça de Deus. Em verdade, já estava na hora de tais
cristãos irem além dessas doutrinas e prosseguirem para
a maturidade (perfeição) espiritual, tendo em vista as
tribulações que estavam passando.
O texto não desobriga nenhum cristão da observância do
batismo e das outras doutrinas, antes, está alertando
quanto o perigo de alguém estacionar naquilo que
aprendeu. Se negarmos o batismo e o arrependimento,
baseados nesse texto, teremos de negar também o juízo
final, a fé em Deus e a ressurreição, coisas que os
adeptos do MCG ainda crêem estarem em vigor.
Não existe mais pecado?
Pelo fato de não enfatizarem o arrependimento, acabam
tolerando algumas práticas imorais. Dizem que não
pecamos mais, porque Jesus destruiu nossos pecados de
uma vez por todas (Hb 9.26).
Em resposta a uma pergunta relacionada à aceitação de
homossexuais no MCG, e se os mesmos, vivendo na
imoralidade, teriam a possibilidade de ser salvos,
vejamos o que disseram: “Também é importante esclarecer
que algumas manifestações carnais (bebedices, práticas
homossexuais, iras, etc.) não podem, de maneira nenhuma,
afetar a nossa posição em Cris-to (Hb 10.14), tampouco
afetar a nossa salvação: ‘Porque pela graça sois salvos,
por meio da fé’ (Ef 2.8); as debilidades da carne não
são tomadas em conta pelo Senhor, já que Ele vê o nosso
crescimento espiritual e não a nossa atividade carnal”.
Resposta apologética
O apóstolo Paulo constantemente incentivava os crentes
ao arrependimento (2Co 7.6-10). Além disso, a palavra
aniquilar, athetesis, no texto grego em pauta, não quer
dizer destruição. Ela vem de atheteo, que significa “pôr
de lado”, “desprezar”, “negligenciar”, “opor-se à
eficácia de alguma cosa”, “anular”, “tornar sem efeito”,
“frustrar”, “rejeitar”, “recusar”, “fazer pouco caso”.
De fato, Jesus anulou os nossos pecados na cruz, mas
isto não quer dizer que o homem não peca mais e, por
isso, não precisa de arrependimento.
Isso não é verdade. O próprio Paulo re-conhecia que era
pecador (1Tm 1.15).
Considerações finais
Infelizmente, algumas questões não foi possível
responder aqui. O emaranhado de desvios sustentados pelo
MCG poderia nos render um livro sobre o grupo. Esgotar o
assunto, porém, não foi o nosso objetivo. Como
percebemos, o MCG não passa de mais uma seita (entre
tantas outras) que está pregando outro evangelho com
outro Jesus (2Co 11.4).
O que expusemos neste artigo é uma pequena parte das
inúmeras heresias que o movimento propaga, porém, cremos
que tal abordagem seja o suficiente para alertar os
verdadeiros cristãos, para que não se deixem enganar por
“estes ventos de doutrinas” (Ef 4.14), especialmente
pela roupagem evangélica que a maioria das seitas
apresenta.
Estejamos atentos e engajados na perseguição da graça e
do conhecimento de Deus (2Pe 3.18). Esses elementos
caminham juntos e é prejudicial à vida cristã
privilegiar um em detrimento do outro. O exagero
geralmente conduz ao erro. A verdadeira graça, tal como
é pregada nas Escrituras, nos conduzirá ao conhecimento,
e este, por sua vez, será a ferramenta que sempre
utilizaremos para rejeitar toda e qualquer tentativa de
distorção da graça divina.
Notas:
1 El Apostolado .Revista periódica do MCG, publicada em
outubro de 1998.
Fontes de referência:
http://www.brazil.creciendoengracia.com/.Ver links
“Estudos ”,“Calqueo ”,“Cápsulas ”,“Per-
guntas ”,“Testemunhos ” ((2003),“Perguntas e Respostas ”
((2003)e “Cremos ”.
Desafio das seitas .Ano IV,n º 13 – 1 º trim..2000,p.12.
Desafio das seitas .Ano IV,n º 14 – 2 º trim..2000,p.4.
Revista El Apostolado .Outubro/1998.
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