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Círculo
Esotérico da Comunhão do Pensamento
Mais uma máscara do ocultismo
Por Natanael Rinaldi e Luiz Antônio Capriello
O Brasil é um lugar onde a religião se manifesta em cada
esquina. Templos por todos os lados representam os
inúmeros credos espalhados pelo país. A maioria deles
pertence a entidades religiosas conhecidas. Outros,
porém, a entidades desconhecidas, e chamam a atenção dos
mais curiosos. Quem nunca ouviu falar do Círculo
Esotérico da Comunhão do Pensamento (CECP)? Quantos
seriam capazes de apresentar suas tendências
doutrinárias? O que é e o que ensina o CECP?
O ocultismo é a palavra-chave para representar o CECP.
Maçonaria, kardecismo e esoterismo são alguns dos
fundamentos sob os quais são construídas suas estruturas
religiosas.
Esse movimento ocultista está sendo trazido a público,
pela primeira vez, pela Defesa da Fé e, sem dúvida, além
de informar os leitores sobre mais um grupo religioso,
satisfará a curiosidade de todos quantos já viram ou
ouviram algo sobre esse movimento, mas de forma
superficial.
Neste artigo, faremos uma exposição panorâmica desse
grupo, fornecendo informações básicas sobre sua história
e ensinamento.
Fundação
O CECP foi fundado em 27 de junho de 1909, por Antônio
Olívio Rodrigues, português que chegou ao Brasil em
1890. Tinha apenas instrução primária, mas apreciava,
sobremaneira, a leitura de livros ligados ao espiritismo
e ao ocultismo. Lia obras de Helena Blavatsky (fundadora
da Sociedade Teosófica Americana), Vivekananda, Heindel,
entre outros.
Os seguidores do CECP adotam terminologia maçônica, tais
como “Augusta Ordem”, “Supremo Conselho”, “Cartas
Constitutivas”, etc., e chegam até mesmo a adotar os
três pontinhos característicos da identificação
maçônica.
Sua sede principal está localizada em São Paulo, com
ramificações por outras cidades do Brasil.
Qual é o objetivo do CECP?
Nas palavras do próprio grupo, seus objetivos podem ser
vistos por meio de quatro pontos específicos:
• Promover o estudo das forças ocultas da natureza e do
homem.
• Promover o despertar das energias criadoras latentes
no pensamento de cada filiado.
• Fazer que essas energias convirjam no sentido de
assegurar o bem-estar físico e moral dos seus membros.
• Cooperar na realização da harmonia, do amor, da
verdade e da justiça entre os homens.
Como esses objetivos podem ser alcançados?
Procurando responder quais seriam os meios que
conduziriam a este elevado fim, o CECP diz que “o
estudo, os exercícios respiratórios (a prática da ioga),
a cogitação, a concentração, a meditação, a contemplação
e a unificação podem fazer o membro da entidade atingir
a harmonia entre os homens”.
Ressalta, também, que cada membro da entidade “depende,
invariavelmente, de seu próprio esforço e das faculdades
espirituais que nele residem, sendo considerado morto
todo aquele cujas faculdades espirituais ainda não
estejam despertadas”.
Paralelamente, o que Jesus denominou de “novo
nascimento” como condição única para se ver e entrar no
reino de Deus (Jo 3.3,5), o CEPC denomina de
“despertamento das faculdades espirituais naturais”.
Essa nomenclatura elaborada carrega consigo uma tarefa
incapaz de ser efetuada, porque não pode realmente
ajudar qualquer ser humano a se regenerar. Contrariando
o entendimento do Círculo, Jesus declarou a Nicodemos:
“O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do
Espírito é espírito. Não te maravilhes de te ter dito:
Necessário vos é nascer de novo” (Jo 3.6,7). Mas essa
verdade fundamental só pode ser discernida com a ajuda
do (e pelo) Espírito de Deus (1Co 2.14).
Religião ou filosofia de vida?
Seguindo a linha adotada por todo o movimento ocultista,
que recusa identificar-se como religião, o CECP também
apresenta aos seus leitores a idéia de que não se trata
de um movimento religioso. Declara: “O Círculo não se
põe em conflito com qualquer religião, seita ou credo”.
Dessa forma, consegue adeptos de vários grupos
religiosos que se unem ao Círculo sem saber que irão
adotar idéias religiosas conflitantes com a Bíblia.
Novos adeptos
A aquisição de novos adeptos é feita na semelhança do
movimento Rosa-Cruz, que exige segredo sobre os
“conhecimentos” que partilha. Em seu pedido de
inscrição, os adeptos do CECP assumem um compromisso
quando abraçam os seguintes dizeres: “Obrigo-me, sob
palavra de honra, a não fazer mau uso dos conhecimentos
que adquirir por intermédio do CECP...”
Como sabemos, os ensinos de Jesus Cristo eram públicos
e, depois de ressuscitado, Ele ordenou que seus ensinos
fossem propagados por todo o mundo (Mc 16.15,16). Jesus
condenou abertamente os ensinos secretos dos seus dias,
ao dizer: “Eu falei abertamente ao mundo; eu sempre
ensinei na sinagoga e no templo, onde os judeus sempre
se ajuntam, e nada disse em oculto. Para que me
perguntas a mim? Pergunta aos que ouviram o que é que
lhes ensinei; eis que eles sabem o que eu lhes tenho
dito” (Jo 18.20,21).
Por que o CECP atrai?
Além de exercer forte atração, O CECP faz que seus
membros levem mais adeptos para a entidade. Diz:
“Empregar todos os esforços na propaganda dos ideais do
Círculo, procurando angariar o maior número de
trabalhadores adeptos, visto que, quanto maior for o
número dos trabalhadores, tanto mais poderosa será a sua
ação”.
A tática é a difusão de promessas. Saúde, dinheiro e
felicidade são alguns dos apelos explorados pelo CECP.
“Quereis possuir a chave da felicidade material e
espiritual? Inicia-te no Círculo”.
“Precisais de dinheiro? Imaginai que possuís um cheque
com a quantia que desejais ou que tendes as notas
necessárias para perfazer a quantia desejada. Sempre
deveis formar uma imagem da quantia certa, até que ela
pareça estar materializada e possais vê-la diante de
vós. Dirigi-vos, então, à Consciência Universal,
dizendo: ‘Dai-me esta criação’”.
“Sofreis? O vosso sofrer tem razão de ser? As causas
ser-vos-ão reveladas pelos ensinos da nossa Ordem
Esotérica”.
Tudo isso pode, supostamente, ser alcançado por meio de
um positivismo exacerbado. É uma “técnica” semelhante à
do movimento otimista japonês conhecido como
Seicho-No-Ie. “A Força Divina se manifesta em mim. Sou
positivo, positivo, positivo. Tenho o poder de destruir
a doença e a ignorância”.
O homem, afastado de Deus não pode ser feliz (Sl
73.27,28). O sofrimento entrou no mundo pela
desobediência de Adão e Eva (Gn 3.19, Lm 3.39, Rm 5.12),
e será removido do mundo material, definitivamente, não
da forma como apregoa o CECP, mas da forma que está
escrito na Bíblia. “E Deus limpará de seus olhos toda a
lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem
clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são
passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse:
Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve;
porque estas palavras são verdadeiras e fiéis” (Ap
21.4,5).
Esoterismo
O esoterismo é o estudo ou a prática de artes
divinatórias e de fenômenos que parecem não poder ser
explicados pelas leis naturais, como, por exemplo, a
telepatia, a levitação e às denominadas “ciências
ocultas”.
Afirmam os seguidores do Círculo: “Deveis saber,
todavia, que o ocultismo ensina que a mente é o supremo
poder [...] As principais forças ocultas da Natureza e
do homem são a força dos pensamentos, da vibração, da
vitalidade, o magnetismo e o hipnotismo”.
Em seus folhetos de propaganda para ganhar novos
adeptos, o CECP afirma que “o ser humano é atraído para
tudo que é misterioso. Atrai-te o mistério, embriaga-te
essa poesia eterna, essa música silenciosa do
ocultismo...”
Tais declarações deixam nítida a semelhança do Círculo
com as demais sociedades secretas. O apelo desse grupo
esotérico nos lembra as palavras da serpente à mulher no
jardim do Éden, quando lhe ofereceu divindade e
conhecimentos além daqueles permitidos por Deus (Gn
3.4,5).
Como sabemos, ao invés de adquirir divindade e
conhecimentos misteriosos, nossos primeiros pais foram
realmente enganados e expulsos do jardim do Éden,
envergonhados, por tentarem obter poderes e
conhecimentos além dos permitidos por Deus (Gn 3.24).
O livro de Provérbios apresenta o conhecimento, ou a
sabedoria, que o homem deve buscar para sua felicidade
presente e futura: o “temor do Senhor” (Pv 1.7-9). De
fato, Deus nos tem revelado conhecimentos que podemos e
devemos buscar. Foi o que aconteceu com o profeta Daniel
(Dn 12.4). Por outro lado, existe um conhecimento que
pertence exclusivamente a Deus. Qualquer curiosidade
nossa, no sentido de obtê-lo esse conhecimento, por
meios ocultistas, ultrapassa os limites determinados
pelo próprio Deus. A Bíblia é clara a esse respeito. E
diz que “as coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso
Deus, porém, as reveladas nos pertencem a nós e a nossos
filhos para sempre...” (Dt 29.29).
Ignorar essa premissa nada mais é do que uma rebelião da
criatura contra o Criador. Tal atitude é considerada
como pecado de feitiçaria (1Sm 15.23). Saul teve uma
experiência amarga quando consultou a pitonisa de Endor
para saber sobre o seu futuro e o do povo de Israel (1Sm
28.4-8). Seu final foi trágico: o suicídio e a derrota
do seu povo na batalha contra os filisteus (1Cr
10.13,14).
Ensinos contrários à Bíblia
O livro Meditações diárias, oferecido aos associados,
transmite alguns ensinos que apresentam uma flagrante
contradição com as doutrinas bíblicas. Vejamos alguns
desses ensinos:
Panteísmo – confundindo a criatura com o Criador
• Sou parte do Grande Todo.
• Sou um centro de Energia Divina.
• Manifesto conscientemente minhas possibilidades
divinas.
• Sou um com o Supremo Bem Onipresente.
Em busca da salvação por seus próprios méritos
Enquanto a maçonaria afirma que seu objetivo é “erguer
templos à virtude e cavar masmorras ao vício”, o Círculo
oferece progresso moral e espiritual aos associados por
meio de esforços pessoais.
• Sou o arquiteto de meu próprio destino.
• Minha maior ambição é progredir pelo meu próprio
esforço.
• Gozo a felicidade permanente de governar a mim mesmo.
Cadeia magnética ou evocação de mortos
Assim como na maçonaria existe uma prática espiritual
denominada “Cadeia de União”, por meio da qual os
espíritos dos maçons das lojas celestiais são invocados,
há também no CECP prática semelhante, a qual denominam
de “Cadeia Magnética”. Nessa sessão, que muito se parece
com uma sessão espírita, o Círculo evoca os “Mestres
Invisíveis”, quando todos os participantes unem seus
pensamentos para o funcionamento dessa “Cadeia
Magnética”.
Dizem: “Os entes humanos, enquanto ainda encarnados,
podem entrar em comunicação com os espíritos do mundo
astral, mas é um assunto bastante difícil e geralmente
perigoso; porque se um ser astral foi evocado, pode
obcecar o evocador, caso este não saiba proteger-se; e
quem se serve de médium para as comunicações com o
além-túmulo, está sujeito a muita decepção e ilusão”.
Como podemos ver, trata-se apenas de uma troca de
nomenclatura. Na realidade, essa prática é comum em
vários grupos religiosos, e está relacionada à
mediunidade ou à evocação de mortos.
Reencarnação e carma
O CECP também admite a reencarnação e o carma, doutrinas
peculiares aos espíritas. E explicam a origem das
enfermidades e o modo de curá-las no livro Diálogos
iniciáticos, parte final das “Instruções reservadas”,
onde está escrito:
“Até as chamadas doenças hereditárias são devidas às
condições mentais do sofredor, porque é o estado mental
ou a qualidade da mente durante uma encarnação
precedente que o levou a esta família particular e o
obrigou a receber o corpo doentio ao nascer. Devemos
saber se cada um de nós já teve outras vidas, como,
depois desta, teremos novas. As condições de nossa vida
presente têm íntima relação com a existência passada, e
os nossos pensamentos e desejos atuais virão a
realizar-se, em grande parte, numa existência futura”.
Negação da existência do céu e do inferno
Seguindo a linha espírita kardecista, o CECP não
acredita no céu nem no inferno como lugares finais e
definitivos depois da morte. Ensinam que: “Infernos são
os mundos atrasados ou inferiores; céus são os mundos
elevados. Nestes, há espíritos atrasados que sofrem por
causa das suas impurezas. Nenhum ser, porém, é condenado
a permanecer eternamente num inferno. Todos os que fazem
o bem, elevam-se por seus próprios méritos”.
Obviamente, para que exista progresso depois da morte,
até que alguém se torne um espírito puro, não pode haver
inferno nem céu na concepção daquele que adota o
conceito espírita da reencarnação.
Vejamos, a partir daqui, o que as Escrituras dizem
acerca de cada uma dessas asseverações:
O Círculo analisado à luz da Bíblia
Contra o panteísmo
Conforme essa doutrina, Deus não tem personalidade
distinta de sua criação. Mas Deus não faz parte da
criação, pois a criou e a governa. Deus é transcendente
e imanente em relação à sua criação. Transcendente
porque é independente e está acima dela. Imanente porque
toda a criação depende de Deus para existir e manter-se
(Jó 12.10).
O panteísmo nega a imutabilidade divina, já que o
Universo faz parte de Deus e está em constante mudança.
Nega sua santidade, porque o mal do Universo também faz
parte de Deus. Nega a individualidade do homem e a
pessoalidade de Deus, já que Deus é tudo em todos. Por
outro lado, a Bíblia deixa clara a distinção entre Deus
e a criação quando diz que o Senhor Deus dá a todos a
vida e a respiração. Nele vivemos, nos movemos e
existimos (At 17.25,28). Em Cristo, tudo subsiste (Cl
1.17). E é Cristo quem sustenta todas as coisas pela
palavra do seu poder.
Em suma, “Deus é aquele que está acima de tudo e em
tudo, contudo é distinto de tudo” (G.D.B. Pepper).
Contra a auto-salvação
Quão distante dos princípios bíblicos são os ensinos do
CECP.
A eficácia do sangue de Cristo para redimir o homem é a
mensagem central da Bíblia e a base do perdão dos
pecados (Ef 1.7; 1Jo 1.7-9; Ap 1.5). A Bíblia é enfática
ao ensinar que “somos salvos pela graça, por meio da fé”
(Ef 2.8,9). Deus redime o homem de modo totalmente à
parte de seus méritos pessoais, e não em cooperação com
os mesmos, porquanto a salvação é adquirida
exclusivamente pela fé, independente das obras.
Praticamos boas obras não para sermos salvos, mas porque
somos salvos em Cristo Jesus, nosso Senhor. As obras são
o resultado da salvação, e não o seu agente. O valor das
obras está em nos disciplinar para a vida cristã (Hb
12.5-11; 1Co 11.31,32).
Como disse o teólogo Charles Hodge:
“Nada que não seja gratuito é seguro para os pecadores
[...] A não ser que sejamos salvos pela graça, não
podemos absolutamente ser salvos”.
Contra a evocação de mortos
Sobre tal prática, Deus revelou seu desagrado, dizendo,
por meio de seus mensageiros, os profetas, que isso lhe
era abominável: “Quando entrares na terra que o SENHOR
teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as
abominações daquelas nações. Entre ti não se achará quem
faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem
adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem
feiticeiro; nem encantador, nem quem consulte a um
espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os
mortos” (Dt 18.9-11).
Contra a reencarnação e o carma
A Bíblia declara o seguinte: a morte entrou no mundo
pelo pecado e nenhum filho é castigado pelos erros dos
pais. “A alma que pecar, essa morrerá; o filho não
levará a iniqüidade do pai, nem o pai levará a
iniqüidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele
e a impiedade do ímpio cairá sobre ele” (Ez 18.20, V. tb.
Jr 31.29,30).
Jesus, certa vez, foi interrogado por seus discípulos,
em relação a um cego de nascença, se esse mal havia sido
motivado pelos pecados dos pais daquele homem ou pelos
pecados do próprio cego, em vidas anteriores. Ao que
Jesus respondeu: “Nem ele pecou nem seus pais; mas foi
assim para que se manifestem nele as obras de Deus” (Jo
9.3).
Não é verdade que o homem já teve vidas anteriores e
terá, ainda, outras vidas. A Bíblia declara
explicitamente que só existe uma única oportunidade para
a salvação, e esta oportunidade está reservada à vida
presente: “Aos homens está ordenado morrerem uma vez,
vindo depois disso o juízo” (Hb 9.27).
Contra a negação da existência do céu e do inferno
O Senhor Jesus deixou claro que, após a morte, cada ser
humano vai para um lugar definitivo, segundo a escolha
que fizer aqui na terra: “Entrai pela porta estreita;
porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz
à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque
estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à
vida, e poucos há que a encontrem” (Mt 7.13,14).
Jesus, ao expor a narrativa (parábola) do rico e Lázaro,
mostrou o outro lado da vida além-túmulo, onde os seres
humanos se encontram em uma situação irreversível, seja
no céu ou no inferno (Lc 16.19-31).
A Bíblia nunca promete que todos serão salvos, e muito
menos por seu próprios esforços, pois existe o castigo
eterno. Em Mateus 25.46, Jesus disse: “E irão estes para
o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna”. O
adjetivo eterno, que qualifica vida (aionios), é o mesmo
adjetivo que qualifica o tormento – tormento eterno (aionios).
O céu não é uma realidade que pode ser vista pelos olhos
de carne, mas uma realidade manifestada pela revelação
divina e recebida pela fé. No caso dos adeptos do
Círculo, se não se convertam desse caminho, o inferno
será uma realidade percebida tarde demais!
Oramos para que estas informações panorâmicas sobre o
Círculo possam servir como um alerta para todos aqueles
que seguem o ocultismo. Como cristãos e arautos da
verdade, devemos divulgar esta verdade a todos, a tempo
e fora de tempo, sem medo e sem fazer acepção de
pessoas. Somente assim iremos alcançar o resultado
positivo que a Bíblia nos orienta:
“E apiedai-vos de alguns, usando de discernimento; e
salvai alguns com temor, arrebatando-os do fogo...” (Jd
1.22,23).
“Instruindo com mansidão os que resistem, a ver se
porventura Deus lhes dará arrependimento para conhecerem
a verdade” (2Tm 2.25).
Notas:
1 Instruções do filiado. Círculo Esotérico da Comunhão
do Pensamento, p. 354.
2 Ibid., p. 223, 357.
3 Ibid., p.198.
4 Ibid., p. 423.
5 Diálogos iniciáticos, parte final das Instruções
reservadas. Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento,
p. 424.
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