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Quem é o deus
das religiões?
Por H. Wayne House
Tradução, Elvis Brassaroto Aleixo
Ao longo de dois milênios, a igreja cristã sempre
manteve uma unidade essencial concernente à natureza de
Deus como proclamado nos credos, sermões e livros. Assim
como é revelado na Bíblia Sagrada, Deus é ilimitado em
seus atributos, contudo pessoal em sua relação com a
criação. Além disso, essa Deidade infinito-pessoal é
indivisível em sua natureza e essência, não obstante
existir eterna e simultaneamente como Pai, Filho e
Espírito Santo.
Várias falsas religiões na história da igreja, inclusive
alguns grupos contemporâneos, repudiaram o verdadeiro
conhecimento de Deus apresentado pela Bíblia. Esses
erros geralmente consistem em mudanças extremistas.
Geralmente, os cultos e religiões vêem Deus como
infinito, mas não pessoal, ou pessoal, mas não infinito.
Outros cultos e religiões negam a doutrina da Trindade,
compreendendo o divino como consistindo em vários deuses
e, quando não, interpretam a divindade como meras
manifestações de uma só pessoa, ou ainda negando a
legítima divindade de Jesus e do Espírito Santo.
Recentemente, até mesmo alguns evangélicos têm abraçado
algumas dessas perspectivas incorretas sobre Deus.1 A
razão para os erros que surgiram é a tentativa de se
entender Deus sem a ajuda da revelação divina, ou seja,
a razão humana combatendo contra a revelação clara de
Deus encontrada nas Sagradas Escrituras. Assim, estas
compreensões desequilibradas e heréticas acerca de Deus
somente poderão ser evitadas se as pessoas permitirem
que a Bíblia dê seu veredicto, não forçando a
interpretação para que haja uma conformação com a razão
humana, mas aceitando sua sentença como revelação
divina. Este foi o testemunho da igreja ortodoxa pelos
séculos e deve ser nossa posição hoje.
Um Deus pessoal e infinito
O apóstolo Paulo, em sua primeira epístola aos cristãos
de Corinto, disse: “Porque, ainda que haja também alguns
que se chamem deuses, quer no céu quer na terra (como há
muitos deuses e muitos senhores), todavia para nós há um
só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos;
e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as
coisas, e nós por ele” (1Co 8.5,6).
O que Paulo deixou claro nessas palavras é que somente o
fato de usar o termo Deus ou Senhor, ou ter objetos de
adoração, não significa, necessariamente, estar falando
do mesmo ser divino. A importância de conhecer e adorar
o verdadeiro Deus, o único revelado pela Bíblia, é
essencial nestes dias de pluralismo religioso que
estamos vivendo. Esta relação entre a fé bíblica e as
religiões não-cristãs pode ser perigosa para a promoção
da verdade e causar confusão para o entendimento do
verdadeiro evangelho.
A concepção histórica de Deus mantém um equilíbrio de
idéias que revelam sua majestade de maneira contrária ao
que é apresentado nas religiões não-cristãs do mundo.2
Esta matéria demonstrará que a concepção que Deus
retratou na Bíblia está entre os extremos teológicos
dentro das falsas religiões e especialmente nos cultos.
O Deus da Bíblia é pessoal e infinito, a Trindade é a
união de três pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito
Santo, em uma única divindade, sendo iguais, eternas, da
mesma substância, entretanto distintas, sendo Deus cada
uma dessas pessoas (Mt 28.19; Ef 4.4-6). Examinaremos as
perspectivas das várias religiões, contrastando suas
visões com os ensinos bíblicos e sugestionando razões
para tais erros doutrinários.
Conceitos errôneos sobre Deus
Apontaremos alguns grupos religiosos representando-os
por meio dos conceitos pelos quais distorceram a
natureza e a personalidade de Deus.
Crença em uma deidade pessoal-finita
Se desejamos ter comunhão com Deus e acreditamos em sua
ação em nossos momentos de necessidade, o reconhecimento
de que Ele é pessoal torna-se fundamental. Até mesmo a
própria designação de Deus como “Pai” revela que Ele ama
e cuida de seus filhos, atitude esta que o título
“Criador” não consegue denotar. Além disso, Jesus, o
filho de Deus, nos diz que devemos orar ao “Pai”, pois
Ele nos imputa imenso valor (Mt 10.29) e que este mesmo
“Pai” galardoará aqueles que lhe pedirem (Mt 7.11). Esse
aspecto de Deus é concordado pela maioria dos grupos
“cristãos”.3 Já os grupos influenciados pelo
gnosticismo4 ou pelas religiões orientais parecem
rejeitar a natureza pessoal de Deus, enquanto aqueles
que a aceitam acabam erroneamente enxergando esta
deidade com várias limitações.
Concepções de um deus finito são cridas pelos mórmons e
pelas testemunhas-de-jeová. A teologia mórmon necessita
de um deus finito, pois crêem que deus evoluiu e que ele
realmente foi um homem assim como nós: “Deus foi uma vez
como somos agora, ele é um homem exaltado...”.5 Além
disso, possuindo corpos físicos, 6 os deuses mórmons
também não são onipresentes: “Deus não é onipresente
[...] não pode estar fisicamente presente em mais de um
lugar ao mesmo tempo”. 7 E este conceito inclui o
Espírito Santo.8 O deus mórmon também é limitado em
outros sentidos, pois não é onisciente, 9 não é eterno,
10 e não é imutável.11
A falha das testemunhas-de-jeová em expor os atributos
de Deus não é tão explícita quanto vemos no mormonismo;
no entanto, elas também rejeitam alguns dos atributos
infinitos da Deidade. Embora aceitem a onipotência de
Deus, 12 as testemunhas-de-jeová revelam dificuldades
com sua onisciência13 e onipresença. 14 De acordo com o
pesquisador David Sherril, apologista que estuda o
jeovismo, a rejeição à onipresença de Deus se deve à
convicção da Sociedade Torre de Vigia (STV) em ensinar
que todos os seres têm de possuir algum tipo de corpo,
seja físico ou espiritual, fazendo que seus seguidores
concebam Deus localizado em um determinado lugar.15
Considerando que Deus seguramente está em um trono no
céu, Ele não pode estar em todos os outros lugares; por
conseguinte, é o poder dele que está em todos os
lugares, não sua pessoa.16
Crença em uma deidade impessoal-infinita
Os tipos de grupos religiosos discutidos anteriormente
são considerados heterodoxos, pois distorcem a concepção
da Deidade; entretanto, mesmo com tais divergências,
podem ser classificados, em certo sentido, como grupos
que observam “cultos cristãos”.17 Isso se deve à
semelhança de nomenclatura cristã empregada por tais
grupos em seus cultos. Por outro lado, religiões que
proclamam uma deidade impessoal, mas infinita,
geralmente refletem uma concepção gnóstica ou oriental
de Deus, utilizando a terminologia cristã para se
enredar com maior facilidade na cultura ocidental.
Defensores de um deus impessoal e infinito são
facilmente encontrados nos campos da “metafísica” ou
“ciência da mente”; também compartilham dessa concepção
os diversos segmentos da Nova Era, que têm se
proliferado rapidamente nas últimas décadas sob a
máscara de uma ampla variedade de nomes. Esses
compartilham a perspectiva de que Deus não é pessoal, 18
conceituando-o como a essência de toda a realidade que
está na mente ou na consciência.19 Essa visão geralmente
se identifica com o panteísmo, ensinamento que prega que
Deus é infinito porque tudo é Deus e Deus é tudo. A
Ciência Cristã, um dos grupos que crêem na chamada
“ciência da mente”, também não acredita em Deus como um
ser pessoal e define a Trindade nos termos de vida,
verdade e amor.20
A espiritualidade da Nova Era vem em grande parte da
religião oriental e, por conseguinte, envolve o
monismo21 e o panteísmo. Isso acabou “ocidentalizando” a
perspectiva religiosa oriental que acredita que Deus é
tudo aquilo que existe e que tudo e todo mundo é Deus.
Vemos esse conceito demonstrado de forma interessante em
uma declaração famosa do Upanishads, antiga escritura do
hinduísmo, repetida pelo “guru” Maharishi Mahesh Yogi:
“Eu sou aquilo, você é aquilo, tudo isso é aquilo,
aquilo sozinho está, e não há mais nada além daquilo”.22
Crença no modalismo
Conforme esta crença, o Pai, o Filho e o Espírito Santo
são apenas três aspectos da divindade, sendo, portanto,
uma só Pessoa, ou seja, ensinam que as três pessoas da
Trindade se manifestavam de vários modos, daí o nome
modalista, conhecido atualmente como Sabelianismo por
ter sido um ensino propagado pelo bispo Sabélio.
A Igreja Local, fundada por Witness Lee, é um claro
exemplo da visão modalista de Deus. Outros grupos que
possuem a mesma concepção são: Tabernáculo da Fé,
fundado por William Marrion Braham; Só Jesus, fundado
por John Schepp; e Voz da Verdade, 23 fundado por Carlos
Moysés, entre outros.
Crença no politeísmo
Provavelmente, nenhum culto contemporâneo é mais famoso
em sua posição politeísta do que a Igreja de Jesus
Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Os mórmons crêem na
existência de milhões de deuses: “Existem mais deuses do
que partículas de matéria”.24 Entretanto, apenas três —
Pai, Filho e Espírito Santo — são objetos da adoração
mórmon.25
Crença no arianismo
A última divergência doutrinária que inserimos nesta
perspectiva histórica do cristianismo é a heresia do
arianismo. Essa concepção foi condenada no famoso
Concílio de Nicéia (325 d.C.).26 Na ocasião, o bispo
Ário defendeu a doutrina de que o Filho de Deus era um
ser criado, mas seu ensinamento foi veementemente
combatido por Atanásio que, por sua vez, teve seus
argumentos aceitos pelo Concílio. Atanásio ensinou que o
Filho possuía a mesma essência do Pai, sendo, portanto,
igualmente Deus. Meio século depois (381 d.C.), o
Concílio de Constantinopla afirmou a igualdade da
Deidade do Espírito Santo; Deus, então, é uma essência
indivisível em três pessoas.
Sem dúvida nenhuma, o culto arianista mais difundido
está atualmente representado pela Sociedade Torre de
Vigia, mais conhecida pela identidade de seus
seguidores, as testemunhas-de-jeová. A estratégia
utilizada pela organização das Testemunhas de Jeová foi
subverter a doutrina da Trindade aproveitando a grande
discussão cristã acerca desse ensinamento.27 Igualmente
ensinam que Jesus foi o primeiro ser criado por Deus,28
sendo um deus de categoria “inferior”, poderoso, mas não
Todo-Poderoso.29
Raciocínio semelhante a este também pode ser encontrado
entre o grupo dos cristadelfianos.30
Avaliação dos conceitos errôneos sobre Deus
Podemos observar nesta breve matéria que os vários
cultos e falsas religiões aqui apresentados não mantêm o
equilíbrio bíblico da concepção de Deus. Avaliando a
questão, logicamente concluímos que há um só Deus (Dt
6.4, 1Co 8.6). E que o Pai, o Filho e o Espírito Santo
são chamados de Deus e possuem os atributos da Deidade (Ef
5.20; Rm 9.5; At 5.4).
Quando um culto é apresentado biblicamente com base
nessas duas declarações ortodoxas, os seguidores das
falsas religiões concluem que uma delas necessariamente
está errada, ou seja, que existe mais de um deus
(politeísmo, como vimos no mormonismo), que as três
pessoas devem ser a mesma pessoa (modalismo, como vimos
na Igreja Local) e/ou que o Pai é Deus e o Filho e o
Espírito não possuem a mesma essência, sendo diferentes
de Deus (arianismo, como vimos nas
testemunhas-de-jeová). Todavia, a concepção bíblica e
histórica de Deus está bem declarada no Credo de
Atanásio (no qual inserimos alguns versículos bíblicos
que comprovam suas declarações):
“Assim, o Pai é Deus (Ef 5.20), o Filho é Deus (Rm 9.5)
e o Espírito Santo é Deus (At 5.4). E, no entanto, não
são três deuses, mas um só Deus (Dt 6.4; 1Co 8.6).
Igualmente, o Pai é Senhor (Ap 21.22), o Filho é Senhor
(Jd 4; 1Co 8.6), o Espírito Santo é Senhor (2Co 3.17).
E, no entanto, não são três senhores, mas um só é Senhor
(Ef 4.5). Pois, da mesma forma que somos compelidos pela
verdade cristã a reconhecer cada Pessoa, por si mesma,
como Deus e Senhor, assim também somos proibidos pela
religião católica (universal) de dizer: existem três
deuses ou três senhores”.
O mesmo pode ser esclarecido sobre o fato de Deus ser
infinito e pessoal ao mesmo tempo. A Bíblia revela que
Deus é transcendente sobre todo o universo (Sl 57.11; Zc
14.9) e que Deus está intimamente envolvido com o
universo (Gn 1.1; Sl 113.6). Ele é o Criador do tempo e
do espaço, por isso Ele transcende o universo. Como pode
tal Deus realmente estar interessado em nós ou se
envolver com nossas vidas, até mesmo a ponto de enviar
seu Filho (Deus) para compartilhar nossa humanidade e
sofrimento? Não podemos compreender o amor de Deus, mas
a Bíblia, infalível em suas declarações, nos conduz à
conclusão de que ambas as dimensões de Deus são
verdadeiras. A doutrina bíblica inspirada por Deus tem
capacidade plena de conciliar harmoniosamente os
“elementos divergentes” (para alguns) da infinidade
divina com o relacionamento pessoal, elementos
indispensáveis para o genuíno sentido da adoração.
Temos de nos centrar em Deus, não no homem. Os cristãos
ortodoxos estão dispostos a aceitar o ensinamento
bíblico sobre Deus até mesmo quando eles não podem
explicar todos os aspectos de sua revelação. Às vezes,
podemos entender o “qual”, mas não podemos entender o
“como”, ou, freqüentemente, o “porquê”. Deus
simplesmente quer que confiemos em sua Palavra. A
diferença entre a verdadeira religião e a falsa religião
é a adesão à ego-revelação de Deus na Bíblia, ou seja,
as interpretações que revelam um deus que satisfaça
nossas limitações em entendê-lo. É a rejeição da
adoração ao Deus Santo apresentado pela Bíblia para
fabricar um deus sob as concepções humanas, o que, como
analisamos, podemos considerar a causa dos erros que se
desenvolveram desde o início da igreja primitiva e
continua nos assolando até hoje.
Notas:
1 Consulte Norman L. Geisler, H. Wayne House e Max
Herrera, A batalha por Deus; respondendo ao desafio do
neoteísmo. Grand Rapids: Kregel, 2001.
2 Consulte os vários credos cristãos no apêndice de
Wayne Grudem, Teologia Sistemática: uma introdução à
doutrina bíblica. Edições Vida Nova.
3 Os “grupos cristãos” como apontado nesta citação podem
ser definidos como “um grupo de pessoas que reivindicam
ser cristãs, abraçando um sistema doutrinário particular
ensinado por um líder individual, grupo de líderes ou
organização (sistema) que nega (explicitamente ou
implicitamente) uma ou mais das doutrinas centrais da fé
cristã como ensinado dentro dos 66 livros da Bíblia”.
Alan W. Gomes, Unmasking the cults. Zondervan Guide to
cults and religious moviments, ed. Alan W. Gomes. Grand
Rapids: Zondervan, 1995.
4 Ecletismo filosófico-religioso surgido nos primeiros
séculos da nossa era e diversificado em numerosas
seitas, e que visava a conciliar todas as religiões e a
explicar-lhes o sentido mais profundo de deus por meio
da gnose, que quer dizer conhecimento.
5 Teachings of the prophet Joseph Smith. Salt Lake City:
Deseret, 1973, p. 345.
6 “O Pai possui um corpo de carne e ossos tão tangível
como o do homem, o Filho também”. The doctrine and
covenants. Joseph Smith. Salt Lake City: Church of Jesus
Christ of Latter-day Saints, 1986, 130:22.
7 A study of the articles of faith. James E. Talmage.
Salt Lake City: Church of Jesus Christ of Latter-day
Saints, 1987, p. 43, 48.
8 Mormon doctrine. Bruce R. McConkie. Salt Lake City:
Bookcraft, 1977, p. 752.
9 Milton R. Hunter, uma autoridade da Igreja Mórmon,
escreveu: “Indubitavelmente, Deus tirou proveito de
todas as oportunidades para aprender as leis da verdade
[...] Ele adquiriu seus conhecimentos por esforços e
contínua persistência [...] Seu entendimento das leis
universais continuaram crescendo...”, The gospel through
the age. Salt Lake City: 1958, p. 114-5.
10 “Eu vou lhe contar como Deus veio a ser Deus. Nós
temos imaginado e suposto que Deus é Deus desde a
eternidade. Eu irei refutar esta idéia… Teachings of the
prophet Joseph Smith, p. 345.
11 “Infinito como Deus é, Ele deveria ter sido menos
poderoso no passado do que ele é hoje”. A rational
Theology as taught by the Church of Jesus Christ of
Latter-day Saints, 7th ed. John A. Widtsoe. Salt Lake
City: Deseret, 1968, p. 24. Grand Rapids: Baker, 2000,
p. 28.
12 “Sendo o todo-poderoso-onipotente, Jeová usou seu
poder para superar os obstáculos que poderiam bloquear
seu cumprimento na promessa feita a Abraão, permitindo
que o patriarca tivesse seu filho, Isaque”. Watchtower,
15 Maio, 1986, 4, citado em David Sherrill, What Jehovah’s
Witnesses Believe about God.
13 “Jeová Deus não planejou as coisas deste modo. Ele
teve de se adaptar às novas circunstâncias do jogo”. God’s
Eternal Purpose Now Triumphing for Man’s Good, 1974, p.
97.
14 Watchtower, 15 de fevereiro de 1981, p. 5-7
15 At-One-Ment between God and Man, 1899, p. 339.
16 Ibid., p. 269.
17 Devido ao uso e semelhança aparente com os genuínos
grupos cristãos, o ICP (Instituto Cristão de Pesquisas)
classifica esses grupos heterodoxos como pseudocristãos.
Ver mais detalhes na nota 3.
18 “Deus não é uma pessoa, Deus é uma Energia
personificada em nós”. The Science of Mind. Ernest
Holmes e Maude Allison Lathem. New York: Dodd, Mead,
1938, p. 308.
19 Tudo é Mente infinita e sua manifestação infinita,
porque Deus é tudo-em-tudo. Science and Health with Key
to the Scriptures. Mary Baker G. Eddy. Boston: First
Church of Christ, Scientist, 1906, p. 468.
20 “A Vida, a Verdade e o Amor constituem a Pessoa trina
e uma chamada Deus, isto é, princípio triplamente
divino, o Amor. Eles representam a trindade na unidade,
três em um, idênticos em essência, entretanto multiforme
em suas funções...”. Science and Health with Key to the
Scriptures Mary Baker G. Eddy. Boston: First Church of
Christ, Scientist, 1906, p.331.
21 Doutrina filosófica segundo a qual o conjunto das
coisas pode ser reduzido à unidade, quer do ponto de
vista da substância, quer do ponto de vista das leis
pelas quais o Universo se ordena.
22 The science of being and art of living. Maharishi
Mahesh Yogi. New York: Signet, 1968, p. 33.
23 Seita modalista omitida pelo escritor na matéria
original por não ter projeção fora do Brasil e, por
isso, inserida entre os grupos religiosos da mesma
categoria para a tradução no português.
24 Journal of Discourses, 2:345, citado em References
for Mormon and Biblical Beliefs about God.
25 Mormon doctrine. Apostle Bruce McConkie. p. 576-7.
26 Charts of Christian Theology and Doctrine. H. Wayne
House. Grand Rapids: Zondervan, 1992, p. 43,44.
27Let God be true. Brooklyn: Watchtower Bible and Tract
Society of New York, 1952, p. 100.
28“Ele [a Palavra] foi criado por Deus antes de todos os
seus filhos espirituais. Ele foi o único criado
diretamente por Deus”. You can live forever in paradise
on earth, 2d ed. Brooklyn: Watchtower Bible and Tract
Society of New York, 1982, p. 58.
29 “A palavra estava com Deus, e a Palavra era divina,
ou era um deus, quer dizer, a palavra ou o verbo era
alguém divino, poderoso”. Ibid., p. 40.
30 Charts of Christian Theology and Doctrine. H. Wayne
House. Grand Rapids: Zondervan, 1992, Charts of Cults.
Wayne House, p. 38,39 e 287-90.
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