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É possível
identificar o espírito que fala por um médium?
Por Natanael Rinaldi
A o falar do valor da alma, acima do valor do corpo,
Jesus declarou: “E não temais os que matam o corpo, e
não podem matar a alma; temei antes aquele que pode
fazer perecer no inferno a alma e corpo” (Mt 10.28).
Ora, se devemos ter cuidado com o nosso corpo,
procurando sempre, quando enfermos, o melhor médico de
que dispomos, não deveríamos, com muito mais atenção,
cuidar da nossa alma que sobrevive à morte do corpo? Mas
não é isso que tem acontecido. A maioria das pessoas não
se importa com o que possa acontecer com a sua alma
depois da morte. Assim, adotam certas crenças que as
levarão a perder suas almas e seus corpos na geena
eterna (Ap 20.15).
Evocação de mortos
Uma prática muito difundida no Brasil é a mediunidade,
ou seja, a suposta comunicação entre mortos e vivos por
meio de um médium. Essa doutrina é ensinada por Allan
Kardec, conhecido como o codificador do Espiritismo. Os
que não admitem essa doutrina declaram que, na verdade,
não se trata de espíritos de mortos que se comunicam com
os médiuns, mas, sim, espíritos demoníacos que se
manifestam nas sessões em que se evocam os espíritos.
Allan Kardec explica como se dá a evocação dos mortos:
“Em nome de Deus Todo-Poderoso, peço ao espírito de tal
que se comunique comigo; ou, então, peço a Deus
Todo-Poderoso permitir ao espírito de tal comunicar-se
comigo... Não é menos necessário que as primeiras
perguntas sejam concebidas de tal forma que a resposta
seja simplesmente sim ou não, como, por exemplo: ‘Estás
aí?’, ‘Queres responder-me?’, ‘Podes me fazer
escrever?’” etc.1
Quem é quem?
Um grande problema aflige os espíritas: é possível
identificar os espíritos que baixam nas sessões,
evocados em nome de Deus? São eles realmente os
espíritos das pessoas evocadas? Allan Kardec reconhece
esse problema de grande importância para a validade da
evocação. E declara: “O ponto essencial temos dito:
saber a quem nos dirigimos2”.
“O ponto essencial” é identificar o espírito que fala
pelo médium. Diz mais Allan Kardec: “A identidade
constitui uma das grandes dificuldades do espiritismo
prático. É impossível, com freqüência, esclarecê-la,
especialmente quando são espíritos superiores antigos em
relação à nossa época. Entre aqueles que se manifestam,
muitos não têm nome conhecido para nós, e, a fim de
fixar nossa atenção, podem assumir o nome de um espírito
conhecido que pertence à mesma categoria. Assim, se um
espírito se comunica com o nome de São Pedro, por
exemplo, não há mais nada que prove que seja exatamente
o apóstolo desse nome. Pode ser um espírito do mesmo
nível por ele enviado 3 ” (grifo nosso).
Assim, fica claro que não se pode identificar o espírito
que se manifesta para dar notícias ou instruções.
Kardec pergunta e os espíritos respondem:
“Os espíritos protetores que tomam nomes conhecidos são
sempre e realmente os portadores de tais nomes?”. “Não.
São espíritos que lhes são simpáticos e que muitas vezes
vêm por ordem destes 4”.
Então, como fica uma pessoa convidada pelos espíritas e
levada pela saudade que vai ao centro para ter notícias
de seu falecido parente, por exemplo, um pai, uma mãe,
irmão ou irmã? E o problema não é só esse. Ainda que o
médium seja uma pessoa honesta e digna de toda
confiança, quem pode afirmar com segurança que tal
espírito que se manifesta por meio dele é o da pessoa
evocada? Como julgar se um espírito é fulano ou
beltrano, como diz ser? Pode ser que sim, pode ser que
não, mas também pode ser um espírito substituto.
Allan Kardec reconhece a dificuldade e desabafa:
“A questão da identidade dos espíritos é uma das mais
controvertidas, mesmo entre os adeptos do espiritismo; é
que, com efeito, os espíritos não nos trazem nenhum
documento de identificação e sabe-se com que facilidade
alguns dentre eles assumem nomes de empréstimos 5 ”
(grifo nosso).
Pode-se confiar nos médiuns?
Allan Kardec declara que é duvidoso crer na honestidade
dos médiuns, o que aumenta ainda mais o problema para
aqueles que admitem que ele existe. “Os médiuns de mais
altos merecimentos não estão isentos das mistificações
dos espíritos mentirosos. Em primeiro lugar, porque
nenhum médium é suficientemente perfeito para não
apresentar ponto vulnerável que pode dar acesso aos maus
espíritos 6”.
Espíritos levianos
O problema fica mais grave ainda quando as seguintes
palavras de Kardec são levadas em consideração: “Esses
espíritos levianos pululam ao nosso redor, e aproveitam
todas as ocasiões para se imiscuírem nas comunicações; a
verdade é a menor de suas preocupações, eis porque eles
sentem um prazer maligno em mistificar aqueles que têm
fraqueza, e algumas vezes a presunção de acreditar
neles, sem discussão7” (grifo nosso).
Apreciemos mais um problema levantado por Kardec: “Um
fato que a observação demonstrou e os próprios espíritos
confirmam é o de que os espíritos inferiores com
freqüência usurpam nomes conhecidos e respeitados. Quem
pode, assim, garantir que os que dizem ter sido, por
exemplo, Sócrates, Júlio César, Carlos Magno, Fenelon,
Napoleão, Washington etc., tenham de fato animado essas
personalidades? Tal dúvida existe até entre alguns
fervorosos adeptos da doutrina espírita, os quais
admitem a intervenção e a manifestação dos espíritos,
porém indagam como pode ser comprovada sua identidade8”
(grifo nosso).
As aparências enganam
De fato, os espíritos que se manifestam nas sessões
espíritas se apresentam sob a aparência de espíritos
puros, iluminados, “com linguagem digna, nobre,
repassada da mais alta moralidade” e para enganar, como
admite o próprio Kardec:
“É extremamente fácil diferenciar os bons dos maus
espíritos. Os espíritos superiores usam com freqüência
linguagem digna, nobre, repassada da mais alta
moralidade, isenta de qualquer paixão inferior, a mais
pura sabedoria transparece dos seus conselhos, que visam
sempre o nosso aperfeiçoamento e o bem da humanidade. Há
falsários no mundo dos espíritos como neste; não é,
portanto, senão uma presunção de identidade que só
adquire valor pelas circunstâncias que a acompanharam...
Para aqueles que ousam perjurar em nome de Deus,
falsificar uma assinatura, um sinal material qualquer
não pode oferecer-lhe obstáculo maior. A melhor de todas
as provas de identidade está na linguagem e nas
circunstâncias fortuitas9” (grifo nosso).
Repete Allan Kardec:
“Pode-se colocar como regra invariável e sem exceções
que a linguagem dos espíritos é sempre proporcional ao
grau de sua elevação10”.
Kardec se torna tão específico que chega a admitir que
se um espírito pode “falsificar uma assinatura” pode
chegar ao extremo de imitar as próprias expressões de
Jesus. “Dir-se-á, sem dúvida, que se um espírito pode
imitar uma assinatura, ele pode igualmente imitar também
a linguagem. Isto é verdadeiro, temos visto os que
assumiram afrontosamente o nome do Cristo e, para melhor
enganarem, simulavam o estilo evangélico e
prodigalizavam a torto e a direito estas palavras bem
conhecidas: ‘Em verdade, em verdade, eu vos digo...’.
Quantos médiuns tiveram comunicações apócrifas assinadas
por Jesus, Maria ou um santo venerado11” (grifo nosso).
O cristão e o estado intermediário
Nós evangélicos cremos que a alma sobrevive e permanece
em estado inteligente e consciente no intervalo entre a
morte e a ressurreição do corpo. Entendemos que a alma é
uma entidade consciente e inteligente que habita no
corpo e que se separa do corpo por ocasião da morte
física: “E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do
altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra
de Deus e por amor do testemunho que deram. E clamavam
com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e
santo Soberano, não julgas e vingas o nosso sangue dos
que habitam sobre a terra? E foram dadas a cada um
compridas vestes brancas, e foi-lhes dito que
repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se
completasse o número de seus conservos e seus irmãos,
que haviam de ser mortos, como eles foram” (Ap 6.9-11,
ver também Lc 12.4-5 – grifo nosso).
Algumas vezes, as palavras alma e espírito são
empregadas como sinônimas para falar da parte imaterial
do homem que sobrevive à morte da matéria, o corpo.
Quando isso acontece, os termos alma e corpo têm o mesmo
sentido. Alguns exemplos bíblicos:
“E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a
Deus, que o deu” (Ec 12.7).
“E apedrejaram a Estêvão, que em invocação dizia: Senhor
Jesus, recebe o meu espírito” (At 7.59).
Os textos de Eclesiastes 12.7 e Atos 7.59 falam da
sobrevivência do espírito enquanto que Apocalipse 6.9-11
e Lucas 12.4-5 abordam a sobrevivência da alma como a
parte imaterial do homem que sobrevive à morte do corpo,
com consciência e inteligência - o “eu” do ser humano.
“Pois qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o
espírito do homem, que nele está?” (1Co 2.11). Depois da
morte física o cristão vai estar com Cristo no céu.
“Por isso estamos sempre de bom ânimo, sabendo que,
enquanto estamos no corpo, vivemos ausentes do Senhor.
Mas temos confiança e desejamos antes deixar este corpo,
para habitar com o Senhor” (2Co 5.6-8).
“Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho.
Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não
sei então o que deva escolher. Mas de ambos os lados
estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com
Cristo, porque isto é ainda muito melhor” (Fp 1.21-23).
O estado intermediário do incrédulo
O incrédulo vai para o Seol-Hades (inferno), e lá
permanece em estado consciente de tormento. Hades indica
o lugar da alma no intervalo entre a morte do corpo e a
ressurreição do corpo, e aparece dez vezes no Novo
Testamento.
“E morreu também o rico e foi sepultado. E no inferno (Hades),
ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe
Abraão e Lázaro no seu seio. E, clamando, disse: Pai
Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que
molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a
língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse,
porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus
bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é
consolado e tu atormentado” (Lc 16.22-25).
Seol-Hades indica o lugar da alma, enquanto o corpo vai
para a sepultura (em hebraico, kever, kevurah e, em
grego, taphos, mnema e mnemeion). Geena indica o lugar
do corpo e da alma depois da ressurreição do Juízo
final.
“E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para
ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos,
ires para o inferno, [geena] para o fogo que nunca se
apaga, onde o seu bicho não morre e o fogo nunca se
apaga” (Mc 9.43).
“Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e
reservar os injustos para o dia do juízo, para serem
castigados” (2Pe 2.9).
Espíritos malignos
Se os espíritos dos cristãos evangélicos vão para o céu
(2Co 5.6-8) e os espíritos dos incrédulos, para o
Seol-Hades (inferno), e lá permanecem sem poder sair (Lc
16.24-28), só há uma alternativa para o que acontece nas
sessões espíritas: a presença dos espíritos malignos! Os
espíritas não acreditam em demônios, mas isso não
significa que eles não existem.
“Há demônios, no sentido que se dá a essa palavra? Se
houvesse demônios, seriam obras de Deus. E Deus seria
justo e bom, criando seres infelizes, eternamente
votados ao mal?12”.
Nomes e características de Satanás
O diabo existe! Também existem os demônios que cumprem
suas ordens. A Bíblia mostra a existência e trabalho
deles.
Diabo - significa sedutor, acusador dos irmãos: “E foi
precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada
diabo e Satanás, que engana a todo o mundo; ele foi
precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com
ele” (Ap 12.9).
Satanás - indica que o diabo é inimigo, o grande
adversário de Deus e dos filhos de Deus:
“Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário,
anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem
possa tragar” (1Pe 5.8).
Príncipe deste mundo - Satanás governa os homens e os
governos humanos: “Em que noutro tempo andastes segundo
o curso deste mundo, segundo o príncipe das potestades
do ar, do espírito que agora opera nos filhos da
desobediência” (Ef 2.2).
Pai da mentira - a mentira é uma de suas táticas. Não é
apenas o mentiroso, mas o pai da mentira: “Vós
pertenceis ao vosso pai, o diabo, e quereis executar o
desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio, e não
se firmou na verdade, pois não há verdade nele. Quando
ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, pois é
mentiroso e pai da mentira” (Jo 8.44).
Anjo de luz - ele se disfarça em anjo de luz por meio de
seus ministros: “E não é maravilha, porque o próprio
Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito,
pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros
da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras”
(2Co 11.14-15).
A Bíblia proíbe evocação aos mortos
A Bíblia é o livro, dentre outros, que nos dá a história
do espiritismo. Em Êxodo ela mostra que os antigos
egípcios foram praticantes de fenômenos espíritas,
quando os magos foram chamados por Faraó para repetir os
milagres operados por Moisés. Quando Moisés apareceu
diante desse monarca com a divina incumbência de tirar o
povo de Israel da escravidão egípcia, os magos repetiram
alguns dos milagres de Moisés (Êx 7.10-12, 8.18).
Mais tarde, já nas portas de Canaã, Deus advertiu o povo
de Israel contra os perigos do ocultismo. A mediunidade,
por exemplo, era uma prática abominável aos seus olhos (Dt
18.9-12). O castigo para quem desobedecesse aos
mandamentos de Deus nesse particular era a morte:
“Qualquer homem ou mulher que invocar os espíritos dos
mortos ou praticar feitiçarias deverá ser morto a
pedradas. Essa pessoa será responsável pela sua própria
morte” (Lv 20.27, ver também Êx 22.18).
A Bíblia também indica que as pessoas com ligações com
espíritos familiares e feiticeiras são amaldiçoadas por
Deus:
“Não procurem a ajuda dos que invocam os espíritos dos
mortos e dos que adivinham o futuro. Isso é pecado e
fará que vocês fiquem impuros” (Lv 19.31).
“Se alguém procurar a ajuda dos que invocam os espíritos
dos mortos e dos que adivinham o futuro, eu ficarei
contra essa pessoa por causa desse pecado e a expulsarei
do meio do povo” (Lv 20.6).
O rei Saul, antes da sua apostasia, quando ainda estava
na direção de Deus, baniu os praticantes de várias
modalidades do espiritismo (lSm 28.3-9). Mais tarde, o
reto rei Josias agiu da mesma forma (2Rs 23.24-25). O
profeta Isaías também se dirigiu aos antigos espíritas
que vaticinavam para o povo de Israel dizendo-lhes que
essa prática era inútil e detestável aos olhos de Deus:
“Algumas pessoas vão pedir que vocês consultem os
adivinhos e os médiuns, que cochicham e falam baixinho.
Essas pessoas dirão: Precisamos receber mensagens dos
espíritos, precisamos consultar os mortos em favor dos
vivos! Mas vocês respondam assim: ‘O que devemos fazer é
consultar a Lei e os ensinamentos de Deus. O que os
médiuns dizem não tem nenhum valor” (Is 8.19-20).
Jesus, a solução!
Caro leitor, muitos motivos e intenções têm levado as
pessoas a se enveredar pelos caminhos da mediunidade.
Quase sempre esse rumo é tomado pela obsessão da saudade
de alguém que partiu deste mundo. Sabemos que é
indescritível a dor causada pela perda de um ente
querido e, de fato, a separação abrupta das pessoas que
amamos resiste ao conformismo da situação, mas não
existe solução para esta adversidade no espiritismo.
Jesus é e tem a solução! Cristo venceu a morte e, por
isso, pôde declarar: “Eu sou a ressurreição e a vida,
quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (Jo
11.25).
Para seus seguidores, a morte não é nada mais do que
tirar uma linda flor do deserto e plantá-la no jardim do
paraíso. Pense nisso e considere, ainda, que, além da
explícita reprovação bíblica, o próprio mentor do
espiritismo, Allan Kardec, demonstrou a impossibilidade
de confiar que os espíritos, que se manifestam nas
sessões espíritas, sejam fulano ou beltrano.
Não se deixe enganar pela emoção! Não se deixe guiar
pelos seus próprios caminhos! A advertência bíblica é
bem oportuna: “Há um caminho que ao homem parece
direito, mas o fim dele sãos os caminhos da morte” (Pv
14.12).
Notas:
1 O livro dos médiuns, p. 224, edição de 1987, Instituto
de Difusão Espírita.
2 O livro dos espíritos, p. 42, ALLAN KARDEC – OBRAS
COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
3 O que é o espiritismo, p. 318, ALLAN KARDEC – OBRAS
COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
4 O livro dos espíritos, p. 150, ALLAN KARDEC – OBRAS
COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
5 O livro dos médiuns, p. 461, ALLAN KARDEC – OBRAS
COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
6 O que é o espiritismo, p. 316, ALLAN KARDEC – OBRAS
COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
7 O livro dos médiuns, p. 402, ALLAN KARDEC – OBRAS
COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
8 O livro dos espíritos, p. 41, ALLAN KARDEC – OBRAS
COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
9 O livro dos médiuns, p. 464, ALLAN KARDEC – OBRAS
COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
10 O livro dos médiuns, p. 465, ALLAN KARDEC – OBRAS
COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
11 O livro dos médiuns, p. 464, ALLAN KARDEC – OBRAS
COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
12 O livro dos espíritos, pp. 72 e 74, ALLAN KARDEC –
OBRAS COMPLETAS, 2ª edição, OPUS Editora Ltda.
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