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MOTIVOS PARA O TERRORISMO NO FUNDAMENTALISMO ISLÂMICO
Answering Islam
Desde o dia 11 de setembro, quando ocorreu o maior
ataque terrorista da historia as torres gêmeas do World
Trade Center, em Nova Iorque, nunca se viu uma tentativa
tão insistente por parte da liderança islâmica em
mostrar ao mundo que a sua religião não patrocina o
terror e muito menos defende o uso da violência contra
os não-muçulmanos. Através dos meios de comunicação, os
muçulmanos afirmam que ações de como a que ocorrreu nos
Estados Unidos não fazem parte da visão islâmica de
conversão dos ‘infieis’ e não são modelo de oposição aos
que não apóiam o islã no mundo.
É verdade que muitos muçulmanos não compartilham desta
visão de Jihad1, principalmente os mais intelectuais e
transculturados, como é o caso do moderado Mohammad
Kathami, primeiro- ministro do Irã, que conduz, mesmo
sob forte oposição dos religiosos, uma reforma social
nunca vista desde a revolução fundamentalista do Aiatolá
Komeini.
Mas, por outro lado, toma-se dificílimo ver o islamismo
com bons olhos. Isto porque a responsabilidade de
aproximadamente 50% dos atentados terroristas em todos
os cinco continentes do mundo, com milhares de vítimas,
é de grupos islâmicos fundamentalistas, que reivindicam
a autoria dos crimes. E contam com o apoio dos governos
dos Estados islâmicos, como Argélia, Iraque, Irã, Arábia
Saudita, Afeganistão, Indonésia, Líbia e Mauritânia,
entre outros.
E mais. Os atos terroristas que apavoram o mundo é visto
pela grande maioria da população dos países islâmicos
não como uma ação criminosa hedionda, mas como uma
defesa, um ato altruísta, e os suicidas envolvidos
nestas ações passam a ser mártires, jamais assassinos.
Quando se viu nos noticiários o julgamento e a
condenação desses radicais e seguidores. Ou, quando se
viu uma campanha oficial desses países para conter os
movimentos radicais?
O fato de que quase a metade, aproximadamente, dos
atentados terroristas em todo o mundo ser de origem
ideológica muçulmana nos leva a algumas perguntas: Há
alguma ligação entre o terrorismo e o islã? Há algum
apoio direto ou indireto para este tipo de ação? Por que
tanto ódio contra países cristãos e a cristãos
residentes nessas nações? Por que as nações árabes mais
fundamentalistas são responsáveis pelas maiores
agressões aos direitos humanos? Seria isto apenas uma
coincidência?
É preciso conhecer a história do islamismo e a sua
doutrina para que estas perguntas sejam respondidas
apropriadamente. Ainda que apenas algumas delas, pois
jamais haverá respostas para todas. Cremos, no entanto,
que, com algumas 'evidências' encontradas na história de
Maomé (Mohammad) e no próprio Alcorão, um feixe de luz é
lançado nestas questões.
Maomé e os conflitos que envolvem sua história
Durante o período em que Maomé falou acerca da sua nova
religião, considerando-se um profeta, ele foi duramente
perseguido e odiado por muitos de Meca (cidade onde
nasceu em 25 de abril de 571 da era cristã), pois a sua
mensagem era oposta às religiões politeístas do povo
daquela região e época.
Houve uma grande perseguição contra o 'profeta’
inclusive um grupo tentou tirar-lhe a vida, mas ele mais
uma vez conseguiu escapar2. Após dura perseguição em
Meca, alguns dos seus seguidores foram enviados para
refúgio na Etiópia. Outros seguiram para uma cidade mais
ao norte, Yathiib, onde as pessoas de duas tribos árabes
queriam que Maomé fosse também o profeta deles.
Durante o período em que Maomé viveu em Meca, antes da
fuga para Medina, ele não recebeu nenhuma mensagem de
‘Allah’ permitindo a guerra. E, apesar do risco de vida
e da vigilância constante dos primeiros muçulmanos para
guardá-lo, inclusive sob vigilância armada, a ordem de
Deus em Meca foi para que ele fosse paciente e não
usasse de violência para com os seus opositores.
Mas logo após, segundo os muçulmanos, a guerra foi
sancionada por ‘Allah’ em MNedina, havendo debate entre
os próprios muçulmanos sobre qual capítulo do Alcorão
realmente retratava esta primeira ordem divina para o
uso da forca3.
Algo curioso que pode ser percebido claramente nos
relatos da vida de Maomé, e que demonstra que ele era um
estrategista, é que, apesar da violência constante dos
habitantes de Meca contra ele e seus seguidores por um
período de aproximadamente 13 anos, não vemos nenhuma
ação de Maomé contra seus inimigos, a não ser quando
chegou em Medina, onde possuía mais seguidores dispostos
a segui-lo na guerra. E foi justamente isso que fizeram,
por volta do ano 630 AD. Ele retorna a Meca e, numa luta
armada, toma a forca a cidade do poder Coreishe.
Apesar de ouvirmos muçulmanos constantemente afirmarem
que só agem em defesa própria, a historia do ‘profeta’
demonstra que não é bem assim. Maomé revidou os
agressores quando possuiu um número suficiente de
guerreiros.
Um caso bastante conhecido pelos próprios muçulmanos é a
morte de Abu Afak, um judeu de 120 anos que tinha
criticado abertamente Maomé. Após sentir a forma
resistente que Abu Afak se lhe opunha, Maomé perguntou:
"Quem tratará com este desonesto por mim? Imediatamente
Salim B. Umayr seguiu em frente e matou-o".4
Abu Afak, pela sua atitude crítica, teve um fim trágico,
sendo assassinado por Salim lbn Umayr, um dos seguidores
de Maomé, enquanto dormia, e isso com o consentimento do
próprio profeta.5
Outros casos como a morte de Abu Afak e de uma mulher
chamada Asma D. Marwan, assassinada por Umayr Adiy
AI-Khatrrú, entre outros, estão registrados por Abdullah
lbn Abbas em seu livro "The Hadith of ABU Dawud Book 38,
nº 4348".
Histórias ainda mais terríveis continuam sendo escritas
por radicais muçulmanos de grupos como o Al Quaed, de
Osama bin Laden, oabu Nidhal (grupo extremista palestino
fundado em 1974 por Sabri AI Banna Ramas), o Hezbollah
(movimento radical libanês que emergiu nos anos oitenta
e cuja açao se baseia na doutrina do Aiatolá Khomeini,
visando destruir a influência ocidental no mundo
islâmico) e o Jihad Islamica (grupo fundamentalista
egípcio que visa derrubar o regime de Hosni Mubarak e
criar, em sua substituição, um Estado Islâmico).
Como é possível uma religião que diz hastear a bandeira
de paz e da boa convivência com os não-islâmicos
perseguir e maltratar milhares de pessoa sem todo o
mundo? Não há um paralelo entre o comportamento dos
atuais muçulmanos e a historia do fundador do islamismo?
Qual foi a atitude de Jesus Cristo diante de seus
inimigos? "Como uma ovelha muda, foi conduzido diante
dos seus agressores” (Is 53.7). Como o Senhor reagiu a
atitude de Pedro quando este agrediu Malco, servo do
sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha com um golpe de
espada (Lc 22.50)?
O aumento de agressividade registrado no alcorão
No Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos, encontram-se
as seguintes declarações:
“Combatei-os ateh sufocar a intriga e fazer com que o
culto seja totalmente a Deus...” (Surata 8:39)
“Mas qudndo os meses sagrados houverem transcorrido,
matai-os idolatras onde quer que os acheis; capturai-os,
acossai-os, espreitai-os; porem, caos se arrependam,
observem a oração e paguem o tributo, deixai-os em paz.
Sabei que Deus eh indulgente, misericordiosíssimo” (Surata
9:5 – grifo nosso).
“O crentes, em verdade os idolatras são imundos. Que
depois deste ano não se aproximem da Sagrada
Mesquita!... (Surata 9:28).
“Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do
Juízo Final, nem se abstém do que Deus e Seu Apostolo
proibiram, não professam a verdadeira religião daqueles
que receberam o livro, até que eles, submissos, paguem o
tributo” (Surata 9:29).
“O crentes, que vos sucedeu quando foi-vos dito para
partirdes ao combate pela causa de eus e vos ficastes
apegados a terra?... Se não marchardes para o combate,
Ele vos castigará severamente...” (Surata 9:38,39).
"Quer estejais leve ou fortemente armados, marchai para
o combate e sacrificai vossos bens e pessos pela causa
de Deus!..." (Surata 9:41).
E quando vos enfrentardes com os incrédulos, em batalha,
combatei-os até que os tenhais dominado, tomai os
sobreviventes como prisioneiros... quanto àqueles que
houverem sido mortos pela causa de Deus, Ele jamais
desmerecerá suas obras" (Surata 47:4).
O que dizer de textos como esses? Qual a interpretação
pacifista que poderia ser aplicada a sentenças tão
severas e explícitas como essas? É certo que a grande
massa popular muçulmana leva ao pé da letra essas
ordenanças corânicas, e o resultado é tudo isso que
estamos vendo.
Maomé ensinou aos seus seguidores que judeus e cristãos
deveriam pagar a ‘Jizya’ (uma taxa imposta para que
todos os não-muçulmanos pudessem viver segurança' do
Islã). Todos eles deveriam se converter à mensagem
proclamada por Maomé, caso contrário seriam mortos. Era
necessário que pagassem uma quantia estipulada para que
pudessem ter seus 'direitos' mantidos pelo profeta e por
seus seguidores, que, se encontravam em uma situação
favorável e ideal para impor o que desejassem aos
'infiéis' e 'idólatras'.
Devemos entender um pouco o contexto no qual esta
revelação fora dada a Maomé. Na ocasião, o 'profeta'
havia entrado em acordo com várias tribos árabes, e
algumas delas abraçaram sua mensagem, outras, no
entanto, simplesmente não a aprovaram. Então, mais uma
vez, as coisas mudaram, daí a permissão de 'Alláh' para
a perseguição contra os idolatras árabes. Ate então,
muitos desses árabes possuíam um relacionamento amigável
com os muçulmanos, apesar de não acatarem a mensagem
pregada por eles. Mas, devido ao fato de o
relacionamento entre os árabes e os muçulmanos não ter
redundado em submissão total daqueles a mensagem desses,
o acordo fora quebrado e, mais uma vez, vimos, de forma
clara, o alto preço pago pela insubmissão e
incredulidade: a morte.7
O terrorismo imposto aos apostatas
Alem da opressão e ameaças para os de fora, um outro
aspecto histórico e doutrinário bem definido no
islamismo eh o preço que se paga pelo abandono da fé
muçulmana. Na mensagem de Maomé, eh equivalente à perda
total do valor espiritual.
O alcorão traz uma declaração sobre o assunto:
“...Os incrédulos, enquanto podem, não cessarão de vos
combater, ate vos fazerem renegar vossa religião; porem,
aqueles dentre vos que renegarem a sua fé e morrerem
incrédulos desmerecerão suas obras neste mundo e no
outro, e serão condenados ao fogo infernal, onde
permanecerão eternamente.
“Aqueles que creram, migraram e combateram pela causa de
Deus poderão esperar d’Dele a misericórdia, porque eh
Indulgente, Misericordiosissimo (Surata 2:217,218).
Embora não vejamos nesse texto do Alcorão nenhuma ordem
para assassinar qualquer pessoa que abandone a mensagem
do islã, ele, no entanto, nos mostra algo de suma
importância para a compreensão da questão relacionada a
apostasia entre os muçulmanos. Vemos, de forma clara,
que o ‘profeta’ incentiva os fieis a permanecerem no
Islã, pois renegá-lo seria equivalente a condenação no
inferno, onde ficariam para sempre!
Em um outro livro islâmico, lemos: “Um muçulmano eh
considerado um apostata quando nega total e
categoricamente um preceito pela religião islâmica, como
a pratica da oração, o jejum, a peregrinação, o
pagamento do tribuno, a proibição da ingestão de bebidas
alcoólicas e a alimentação com carne suína”.
Os jurisprudentes opinam que, se o apostata tiver duvida
no tocante à sua conversão, os sábios devem sanar-lhe a
duvida, indicando-lhe o caminho da razão e dando-lhe a
oportunidade de refletir. Se ele se arrepender, o seu
arrependimento deverá ser aceito. Se persistir no erro,
porém, devera ser punido, se for homem, com a morte. Os
jurisprudentes baseiam sua sentença nas palavras do
'profeta': "Matai aquele que renegar a sua religião".
Em relação à mulher, caso ela venha cometer o mesmo
erro, a opinião de alguns . jurisprudentes é de que ela
também seja punida com a morte', e se baseiam na
generalidade da tradição anterior, cujo significado
abrange homens e mulheres. Todavia, o Imame Abu Hanifa
não concorda com essa sentença. Ele diz: "A mulher
apóstata não dever ser punida com a morte, mas deve ser
aprisionada até que se convença de seu erro, ou até que
pereça naturalmente...” Contudo, deduzimos que a opinião
geral da jurisprudência islâmica aprova a execução do
muçulmano apóstata, seja homem ou mulher8.
Esta é a face mais cruel e desumana de uma religião:
vetar aos seus membros o direito de renegá-la, sob pena
de morte. Trazer uma mensagem de paz e tolerância aos
povos, impondo-lhes a sua opinião e fazendo que sua vida
tenha pouco valor não tem muito significado ou razão de
ser.
Tudo isso nos faz pensar sobre a atitude do próprio
Jesus Cristo (que é citado no Alcorão) ao ser traído por
um dos discípulos após uma convivência de
aproximadamente três anos. Qual foi exatamente a sua
resposta ao ato de Judas Iscariotes? Ele mandou que os
outros discípulos o matassem por apostasia? Ou
simplesmente ofereceu-lhe o perdão, chamando-o de amigo
(Mt 26.49-50)?
Segundo o dicionário Aurélio, terrorismo eh: “Modo de
coagir, combater ou ameaçar pelo uso sistemático do
terror”. O que sinceramente temos visto em todas essas
citações de fontes islâmicas desde o inicio?
A passividade do terrorismo no Islã
Após analisarmos, ainda que resumidamente, a historia
muçulmana e a origem da violência nas comunidades
islâmicas do passado, conduzidas pelo ‘profeta’ Maomé,
podemos entender um pouco a questão do terror nos paises
que hoje tem sido vitimas dessa ação estúpida e
inconseqüente.
Como falamos no inicio, cerca de 50% dos atentados
terroristas ocorridos em todo o mundo tem sua origem nos
grupos explicitamente islâmicos, o que certamente tem
muito a ver com a própria cronologia dessa religião e
suas conquistas a base da espada, inspiradas em seu
fundador. Os muçulmanos, inclusive, dizem que a
referencia do Salmo 45.2-5 eh uma citação ao’profeta’
Mohammad, que afirmam ser o ‘Profeta da Espada’.
Vimos na revista Veja, edição de 08/08/2001, o relato
dos crimes cometidos pelo iraniano Saeed Haanayi:
assassinou, a sangue frio, cerca de dezesseis
prostitutas. Apesar da barbárie cometida por esse
fanático, ele tem sido considerado um herói pela
próprias autoridades da cidade em que os crimes foram
realizados. Na referida revista, Saeed aparece segurando
uma arma na mão e o Alcorão na outra.
Em julho de 1991, um muçulmano assassinou Hitoshi
Igarachi, um japonês que traduziu o livro “Versos
satânicos” no Japão. Um líder islâmico se pronunciou
dizendo que aprovava o que havia sido feito, pois
Hitoshi insultara a fé.
Estes não são fatos isolados dentro dos paises de
governos muçulmanos. A igreja cristã está sendo
ferozmente perseguida, na sua maior parte, em nações
islâmicas, como podemos constatar na lista editada pela
Missão Portas Abertas (ver pp. 24 e 25).
Os muçulmanos não aceitam, de nenhuma forma, uma
convivência pacífica com outros grupos que professam fé
diferente da deles, e seguem realizando sua Jihad. Isto
é, sem dúvida, fruto da visão de expansão da fé
muçulmana ensinada, desde os primórdios do islamismo,
pelo 'profeta' Maomé.
Qual é a visão do Islã hoje?
"Graças a Deus, senhor do universo e que a paz esteja
com o profeta Mohammad e seus familiares e companheiros.
A pessoa que se concentra sobre o mundo muçulmano de
hoje fica chocado e deprimido... Uma parte dos filhos
dos macacos e dos porcos mata nossos irmãos na palestina
nas mesquitas! Agridem a imunidade sagrada da mesquita
de Al Aksaa em Jerusalém! Não distinguem entre crianças,
mulheres ou velhos.
O mundo árabe e islâmico e todo o resto da comunidade
internacional esta em absoluto silencio a respeito deste
crime. Achamos que eh nosso direito perguntar:
“Qual o fator que fez os muçulmanos ficarem em silencio
deste jeito?
“Para responder a esta pergunta eh imprescindível ler a
historia, voltar para as nossas origens, e retirar
lições e exercícios de civilidade e amor a verdade.
“Nesta historia vamos encontrar varias crises que se
abateram sobre os muçulmanos... os muçulmanos em todas
as ocasiões venceram seus inimigos... Khaled Iben Al
Walid, um dos comandantes do exercito muçulmano na época
do profeta, ele dizia para os inimigos: ‘Vim para o
combate com homens que amam a morte como vocês amam a
vida’.
“Pois a nação Mujahidah, que luta pela causa de Deus não
conhece o cansaço, mas se apaixona pelo martírio e
defende sua terra e seus locais sagrados.
“O profeta Mohammad (Saw) disse para os seus
companheiros e para a nação islâmica: ‘caso vocês deixem
o Jiha, a luta, Deus mandara um opressor para vocês ate
o dia do juízo final’. O profeta alertou sobre uma
doença de nome ‘Wahn’, que significa a fraqueza. O
profeta traduziu a palavra ‘Wahn’, da seguinte maneira:
‘O amor pela vida mundana e o ódio a morte’.
“A nação islâmica de hoje gosta da vida mundana e odeia
a mote... Esta eh a doença... Meus irmãos muçulmanos, o
que podemos esperar da opinião publica internacional?
“O mundo se cala quando morrem crianças palestinas todos
os dias...
“Mas o mundo se movimenta quando morre um judeu
agressor, que deixou o seu pais na Europa ou América do
Sul e foi ocupar terras alheias, a terra palestina...
“O mundo não vai se movimentar para nos apoiar, se nos
não apoiarmos uns aos outros.
A nossa alternativa eh o nosso retorno a Deus, a crença
sincera em nossos direitos e a luta por estes direitos
através de todos os meios disponíveis.
"Esta deve ser a nossa paz e que digam o que quiserem
sobre nós... e que (Deus) amaldiçoe os sionistas
usurpadores e que com todos vocês".
São essas as partes mais importantes da mensagem pregada
em 17108/01 por Khaled Tky El Din Rizk e reproduzidas em
várias mesquitas do mundo inteiro ao proclamar o povo
muçulmano a lutar pelos seus 'direitos'. Apesar de todo
discurso de paz dos muçulmanos que temos ouvido nos
meios de comunicação, é exatamente o contrário que temos
percebido na prática.
Os judeus são chamados de 'filhos dos macacos e dos
porcos', os muçulmanos devem 'amar a morte' e serem
'apaixonados pelo martírio'. São induzidos a alcançar
seus direitos através de todos os meios disponíveis. E
interpretam o Jihad como uma luta, e não como um
'esforço', como constantemente é pregado pelos
professores e intelectuais para suavizar os ouvintes e
não causar impactos negativos. O objetivo é alcançar
mais seguidores para o islamismo.
A recompensa o terrorismo
Depois de pregação de uma mensagem como essa, divulgada
em todo o mundo, da para imaginar o impacto causado na
mente dos milhões de muçulmanos que a ouviram?
O que esta por trás do fanático heroísmo demonstrado por
verdadeiros batalhões de homens e crianças que se
preparam para morrer pela crença islâmica? Que
‘galardão’ lhes esta proposto a ponto de fazerem do
próprio corpo um veiculo para a catástrofe de pessoas
inocentes?
A tradução da palavra Islã eh resignação ou submissão –
a doutrina de Maomé. Espera-se que o Islã ganhe,
finalmente, o mundo, então todos serão julgados por Ala.
Enquanto o muçulmano deve ser submisso a Ala e ao
profeta, através de seus escritos no Alcorão, o mundo
deve resignar-se e submeter-se também ao Islã. Os meios
podem incluir a força, a violência e a morte. As
constituições das nações árabes estão alicerçadas nas
crenças do islamismo.
Os muçulmanos com ao morrerem, vão para uma espécie de
estágio int diário aguardar o juízo final, ocasião em
que Alá decidirá o destino eterno de cada um. Por outro
lado, os mártires da luta religiosa, ou guerra santa, e
aqueles que morreram pela causa, vão diretamente para o
céu, um paraíso de prazeres. A vida, em um paraíso
celestial é o ideal islâmico, a recompensa! Diante das
dificuldades, limitações e miséria em que vive a
maioria, e em especial as facções radicais, o paraíso
soa como um oásis em um deserto desesperador.
Existe um contraste entre esta vida e a vida futura, nos
jardins de Alá. Enquanto a abstinência social, sexual e
material é enfatizada do lado de cá, o oposto é
oferecido para os que partem - especial e principalmente
para os mártires! Diferente dos demais muçulmanos, que
aguardam em um estágio intermediário, o mártir tem
passaporte garantido, sem fila de espera! Não ficarão
aguardando, em alguma câmara intermediária. Aquilo que
se caracterizaria uma vida de luxúria neste mundo será a
recompensa para os mártires. O texto sagrado e demais
comentários islâmicos transmitem um pomposo conceito de
vida pós-morte.
Os mártires são servidos de frutas. Não terão
necessidade de plantar ou colher. Tudo já está preparado
por jovens formosos. A regalia é infinita, regada de
bebidas aromáticas. Os utensílios do paraíso são de
pedras e metais preciosos. A infinita calmaria somente é
quebrada pela presença incessante de moças virgens. O
deleite sexual apresentado é bem diferente do perfil da
mulher muçulmana, que precisa cobrir todo o rosto e o
corpo. Enquanto a mulher muçulmana, nas facções
radicais, não pode estudar ou trabalhar fora de casa, as
moças do além são o divertimento celestial. O número de
tais beldades pode chegar a cem.
Reposta cristã aos muçulmanos
O ideal cristão é que nos amemos uns aos outros, assim
como o Mestre e Senhor Jesus nos amou, doando a sua vida
pelo próximo (Jo 13.34), e não tirando a vida de
inocentes, usando qualquer meio de violência (Mt 26.52).
Esse amor somente é possível porque Deus, o verdadeiro
Deus, é amor (lJo 4.8). E o amor de Deus foi de uma
grandeza infinita que Ele trouxe seu Filho unigênito ao
mundo (Jo 3.16). Esse amor também nos capacita, por meio
de Cristo Jesus, que nos da a liberdade de chamar Deus
de Pai (Mt 6.9; Rm 8.15). O evangelho produz fruto e não
radicalismo e racismo. Produz o verdadeiro fruto pelo
Espírito Santo (GI 5.22,23). O verdadeiro Deus não está
distante de seu povo, mas habita com o homem (Ef 2.22;
Ap 21.3).
O evangelho de Cristo atravessa todas as culturas do
mundo sem destruí-las. Não é um evangelho de usos e
costumes, mas de fé e vida cristã (Mt 24.14). O
evangelho respeita as autoridades governamentais (Rm 13.
1) mesmo aquelas que dificultam a divulgação da Palavra
de Deus. O evangelho é pregado com fervor, mas com
espírito conciliador e manso (1 Pe 3.15,16). O cristão
espera um galardão, mas este galardão não é carnal,
imoral; antes, é espiritual, segundo o caráter do Filho
de Deus (Rm 8.29).
O verdadeiro paraíso é o céu bíblico e cristão. Não é um
lugar de orgia, mas de santidade (Ef 5.5). O cristão tem
paz com Deus (Ef 4.7). E o testemunho do Espírito Santo
em seu coração testifica que ele é filho de Deus (Rm
8.16). O cristão não tem temor de ser esquecido ou
rejeitado por Deus por causa de algum capricho. Não! O
Deus v é fiel (1 Co 1.9). O evangelho não é austero.
Pelo contrário, ensina ao cristão a usufruir as boas
coisas da vida, desde que esteja atento ao bom juízo (Ec
19.11). Finalmente, o evangelho ensina a vencer o mal
com o bem (Rm 12.21).
Jesus, o Messias, e aquele que cura os doentes e
ressuscita os mortos (ver Surata 3:45 e 5:1 1 0) ama
profundamente os muçulmanos. E neste momento em que o
mundo nutre ódio por eles o Senhor lhes dirige um olhar
de ternura, convidando-os para seus braços: "Vinde a
mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos
aliviarei" (Mt 11.28). Quando foi que Maomé proferiu
palavras como estas, ditas por Jesus? Assim, jamais ele
(Maomé) pode ser maior que Jesus, o Filho amado de Deus.
Satanás tem erguido muitas muralhas para impedir que os
muçulmanos abram o coração para o evangelho de Cristo.
Barreiras políticas e nacionais foram criadas entre os
cristãos e os muçulmanos através da história. Além
disso, as Cruzadas Católicas dos séculos 11 e 13
formaram feridas profundas de amargura nos árabes e
mancharam o cristianismo na visão dos muçulmanos.
Oremos pela Igreja em todo o mundo, especialmente para a
que se encontra em nações muçulmanas.
Oremos para que a Igreja tenha força, coragem,
determinação, ousadia e proteção para os crentes.
Oremos pelos perdidos. Muitos muçulmanos estão se
aproximando do Senhor por meio de sonhos e visões.
Oremos por uma revelação divina aos líderes-chave dos
muçulmanos para que eles vejam Jesus como Ele realmente
é.
Oremos por misericórdia para as nações em conflito e
pelos refugiados de guerra.
Logo virá o Príncipe da Paz, Jesus Cristo nosso Senhor.
Então, o mundo será governado num reino tranqüilo:
"Justiça e juízo são a base do seu trono; benignidade e
verdade vão adiante de ti" (Si 89.14). E "Nós, porém,
segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e uma nova
terra, nos quais habita a justiça'(2 Pe3.13).OREMOS
PELOS MUÇULMANOS!
Maranata!
Notas:
1 Jihad é o termo árabe que pode ser traduzido por
esforço pela causa santa do Islã, inclusive a luta
armada, se preciso for.
Mohwmad, o mensageiro de Deus. Certo de divulgação do
Islã para América Latina, pp.150,151
2 lbidem, pp. 172,173
3 The life of Mohammad, p.675
4 Book Of The Major, Classes (Vol.ll)- p.32
5 Alcorão Sagrado, versão portuguesa diretamente do
árabe por Samir El Hayek, diretor, do Centro lslâmico do
Brasil e coordenador dos assuntos lslamicos da América
Latina, Tangará-Expansão Editorial S. A, 2a. edição 1977
6 The life of Mahammad, p.673
7 Os direitos humanos no Islã. Centro de divulgação do
Islã para a América Latina, pp.25 e 26
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