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Matéria
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Exorcismo –
As forças do mal em foco
Por Elvis Brassaroto Aleixo
Depois de quase três décadas, o filme “O exorcista”
(pioneiro do gênero de exaltação às forças do mal e
assistido por milhões de pessoas) retorna às telas dos
cinemas brasileiros. Nos EUA, na primeira semana de
exibição da nova versão desse trabalho, o faturamento
girou em torno de U$ 8,5 milhões. Qual a razão de
tamanho sucesso e interesse por esse filme 27 anos
depois de sua exibição original? A grande atração seriam
os onze minutos de imagens cortadas em sua primeira
edição. Um outro motivo seria o forte interesse das
pessoas, por mais materialistas que sejam, por temas
religiosos e proposições de fé.
O exorcismo, ato de esconjurar ou expelir demônios, é
encontrado em várias passagens bíblicas. Na época em que
o cristianismo se expandia, existiam alguns judeus que
praticavam o exorcismo como profissão. Durante os dois
anos em que o apóstolo Paulo esteve na Ásia pregando o
evangelho aos judeus e aos gregos, foram notórias as
extraordinárias obras que Deus fez através das suas
mãos. Os seus lenços e aventais eram levados aos
enfermos e as enfermidades fugiam dos doentes; os
espíritos malignos saíam. Admirados por tal proeza,
“alguns dos exorcistas judeus ambulantes tentavam
invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que tinham
espíritos malignos, dizendo: Esconjuro-vos por Jesus a
quem Paulo prega. E os que faziam isto eram os sete
filhos de Ceva, judeu, principal dos sacerdotes.
Respondendo, porém, o espírito maligno disse: “Conheço a
Jesus, e bem sei quem é Paulo; mas vós quem sois? E,
saltando neles o homem que tinha o espírito maligno, e
assenhorando-se de todos, pôde mais do que eles; de tal
maneira que, nus e feridos, fugiram daquela casa”.
Por causa desse acontecimento veio grande temor sobre
todos os habitantes de Éfeso, os feiticeiros queimaram
seus livros de magia publicamente, o nome do Senhor
Jesus foi engrandecido e a Palavra de Deus cresceu e
prevaleceu poderosamente (At 19.13-20).
No tempo de Jesus não havia muitos critérios para que
fosse atribuída a uma pessoa possessão demoníaca. João
Batista, precursor de Jesus, era tido como possesso:
“Porquanto veio João, não comendo nem bebendo, e dizem:
Tem demônio” (Mt 11.18).
Quando Jesus acusou os judeus de procurar matá-lo, “a
multidão respondeu, e disse: Tens demônio; quem procura
matar-te?” (Jo 7.20). Ao discursar sobre a parábola do
Bom Pastor que dá a vida pelas suas ovelhas, as palavras
de Cristo causaram divisão entre os judeus: “E muitos
deles diziam: Tem demônio, e está fora de si; por que o
ouvis? Diziam outros: Estas palavras não são de
endemoninhado. Pode, porventura, um demônio abrir os
olhos aos cegos? (Jo 10. 20-21).
As fórmulas mágicas de Roma
A igreja católica romana reivindica, através da
autoridade eclesiástica, ser o canal exclusivo de
libertação em casos de possessão demoníaca. No
catolicismo, “o exorcismo propriamente dito é reservado
aos sacerdotes especialmente designados pelo Bispo
diocesano” 3. Ninguém pode legitimamente fazer exorcismo
em possessos a não ser que tenha obtido licença especial
e expressa do Ordinário local”4.
Temos na obra “Manual do exorcista” - um pequeno
compêndio elaborado pelo Sumo Pontífice León Magno III -
orações contra toda espécie de encantamentos; de
sortilégios a possessões. “Estas preces foram
organizadas para serem entregues ao imperador Carlos
Magno, com o intuito de se utilizar no combate às
interferências espirituais malignas que pretendessem
envolvê-lo”5. Segundo o papa, essas orações fariam que o
poder do imperador fosse ilimitado na terra.
Um meio pelo qual se podia valer o exorcista para a
realização do ritual era o uso de água benta salpicada
nas partes mais afetadas pelo demônio. Se o possuído
apresentava o perigo de atacar alguém, era amarrado. O
ritual empreendia muitas conjurações, dentre as quais
destacamos algumas:
“Deus, a majestade de Cristo, o Espírito Santo, o
Sacramento da cruz, a fé dos apóstolos Pedro e Paulo e
os demais santos, o sangue dos mártires, a intervenção
dos santos e das santas, os mistérios da fé cristã,
ordenam-te a obedecer. Saia, violador da lei; saia,
sedutor cheio de astúcia e de engano, inimigo da
virtude, perseguidor dos inocentes, ceda teu espaço,
crudelíssimo, cede-o, imundo; cede-o para Cristo, a quem
não pode chegar, pois ele te despojou e te tirou do teu
reino, e te encarcerou depois de tê-lo vencido e atirado
para as trevas exteriores, onde os mortos esperam a ti e
os teus companheiros”6.
A arrogante detenção exclusivista do poder de exorcismo
também foi ab-rogada pelos discípulos íntimos de Jesus,
assim relatadas nas palavras de João: “Mestre, vimos um
que em teu nome expulsava demônios, o qual não nos
segue; e nós lho proibimos, porque não nos segue. Jesus,
porém, disse não lho proibais; porque ninguém há que
faça milagre em meu nome e possa logo falar mal de mim.
Porque quem não é contra nós, é por nós” (Jo 9.38-40,
grifo do autor).
Embora a autoridade conferida ao exorcista por meio do
nome de Jesus seja um notável sinal de poder, isso não
lhe garante entrada no reino de Deus: “Muitos me dirão
naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu
nome? E em teu nome não expulsamos demônios? E em teu
nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi
abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós
que praticais a iniqüidade” (Mt 7.22-23, grifo do
autor).
A autenticidade da libertação do possesso está fincada
na eficácia que há no nome de Jesus, conforme é inferido
nos quatro evangelhos. Jesus nunca ensinou a evocar
nomes de santas ou santos para este propósito. Paulo e
Pedro nunca mencionaram nomes de profetas ou de mártires
do Antigo Testamento (Mt 23.37) para obter êxito nos
seus ministérios.
Enfatizamos que é, única e exclusivamente, através do
nome de Jesus que alguém pode ser verdadeiramente livre
da opressão diabólica! (Jo 8.32,36; At 16.18).
Tão-somente Ele pode aliviar os oprimidos! (Mt 11.28).
Cristãos endemoninhados?
Existe entre os cristãos sinceros uma preocupação
demasiada com a demonologia. Alguns chegam ao absurdo de
admitir a possessão de crentes. Esta doutrina tem
causado grandes conflitos entre os cristãos que no
passado estiveram envolvidos com o espiritismo. Quando
velhas criaturas, praticavam a comunicação com os
mortos, recebendo entidades espirituais no exercício da
mediunidade. Agora, como novas criaturas, temem e
acreditam que suas experiências passadas os tornam mais
suscetíveis à possessão demoníaca que os outros
cristãos.
Para fundamentar esta exótica doutrina, seus defensores
alegam a possessão de crentes em alguns casos bíblicos:
Judas Iscariotes, Pedro, Ananias e Safira, entre outros.
Quanto a Judas Iscariotes
Apesar de ser um dos doze, não era um cristão autêntico.
Em João 6.70 Jesus declara: Não vos escolhi vós os doze?
e um de vós é um diabo (grifo do autor). Judas não era
como os demais: “Disse-lhe Jesus: Aquele que está lavado
não necessita de lavar senão os pés, pois no mais todo
está limpo. Ora, vós estais limpos, mas não todos.
Porque bem sabia ele quem o havia de trair; por isso
disse: Nem todos estais limpos” (Jo 13.10-11, grifo do
autor).
Arrazoamos ainda: poderia um cristão autêntico roubar?
Judas Iscariotes era ladrão: “Ora, ele disse isto, não
pelo cuidado que tinha dos pobres, mas porque era ladrão
e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava” (Jo
12.6). Seu final não poderia ter sido mais trágico: “E
ele, atirando para o templo as moedas de prata,
retirou-se e foi-se enforcar” (Mt 27.5).
Quanto a Pedro
Na cerimônia do lava-pés, Pedro não permitiu que Jesus o
lavasse: “Nunca me lavarás os pés. Repicou-lhe Jesus: Se
eu não te lavar não tens parte comigo” (Jo 13.8). Após
ter entendido que esta atitude era equivalente a
rejeitar Jesus e seus benefícios, o impetuoso apóstolo
pediu que lhe fossem lavados não somente os pés, mas
também as mãos e a cabeça (Jo 13.9). Como vimos, havia
um que estava impuro, e este não era Pedro.
Como explicar Marcos 8.33? “Mas ele, virando-se, e
olhando para os seus discípulos, repreendeu a Pedro,
dizendo: Retira-te de diante de mim, Satanás; porque não
compreendes as coisas que são de Deus, mas as que são do
homem” (grifo do autor).
Em seu intenso cuidado humano, Pedro serviu de
instrumento satânico ao pronunciar palavras que se
opunham aos planos de Deus para a salvação da
humanidade. Não há nenhuma evidência de possessão, mas,
sim, uma influência diabólica a qual todos os que não
vigiam estão expostos (Mc 14.38). Alguns momentos antes,
na ocasião em que Jesus interrogou os discípulos acerca
da sua identidade, Pedro havia sido elogiado: “...Quem
dizem os homens ser o filho do homem?... E Simão Pedro,
respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus
vivo... Bem aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to
não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está
nos céus (Mt 16.13-17, grifo do autor).
Depois de algum tempo, em virtude de suas experiências e
tendo adquirido maior maturidade espiritual, o apóstolo
enfatizou a importância da vigilância e explicou a
posição do diabo em relação à vida do cristão: “Sede
sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda
em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa
tragar” (1Pe 5.8, grifo do autor).
No final de sua vida, Pedro autenticou sua fé como
mártir, morrendo crucificado de cabeça para baixo por
não se achar digno de morrer como seu mestre 7.
Quanto a Ananias e Safira
“Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás seu
coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e
retivesses parte do preço da herdade?” (At 5.3, grifo do
autor).
Ananias e sua esposa receberam ataques de Satanás – a
Bíblia diz: “Não deis lugar ao diabo” (Ef 4.27) – e, em
conseqüência, revelaram reações pecaminosas. Jesus
disse: “Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará
também o vosso coração” (Mt 6.21). A questão em pauta é
tão-somente o fato de tentarem mentir ao Espírito Santo
e a falta de fé para fazer como os demais discípulos que
depositavam aos pés dos apóstolos todo o valor da
herdade que possuíam.
Uma impossibilidade à luz da Bíblia
Infelizmente, em alguns cultos “evangélicos” dá-se
grande enfoque à atuação dos demônios na vida das
pessoas, deixando em segundo plano o louvor e a adoração
ao único que é digno de recebê-los (Ap 4.11). Examinando
à Bíblia, entendemos que a libertação de pessoas
endemoninhadas e a manifestação de espíritos malignos na
presença de cristãos era um fator comum decorrente da
verdade por Jesus ensinada, pois não pode haver comunhão
entre a luz e as trevas. Não se determinava um culto
periódico específico para tal prática. Surge a questão:
Como deveriam proceder os irmãos da igreja primitiva nas
suas reuniões? O apóstolo Paulo responde: “Quando vos
ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem
revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo
para edificação” (1 Co 14.26, grifo do autor). A Palavra
de Deus é cristocêntrica. Cristo é o centro das nossas
vidas. Nos cultos, Cristo deve ser o centro das
atenções!
Não há quaisquer possibilidades de um crente genuíno ser
possuído por demônios. O verdadeiro cristão, sal da
terra e luz do mundo (Mt 5.13-14), é nascido de Deus (Jo
3.3), e a Ele se sujeita resistindo ao diabo (Tg 4.4) e
o maligno não lhe toca (1 Jo 5.18). Não discordamos que
crentes aparentes, disfarçados, fiquem possessos. E,
diante disso, é aconselhável que alguém com o dom
específico de discernir espíritos prove se tal pessoa
está realmente endemoninhada.
Essa classe de indivíduos foi comparada por Jesus com o
joio, erva daninha inútil que não serve para qualquer
proveito. Tais pessoas precisam urgentemente da
regeneração do Espírito Santo; do contrário, tendo
crescido o joio, deve ser separado do trigo e queimado
(Mt 13.24-30). Existe uma gritante distinção entre a
aparência e a essência. O Deus que servimos olha para
dentro (coração), e não para fora (1 Sm 16.7).
Ratificamos a impossibilidade de o crente ser possuído
por demônios com as seguintes considerações:
Somos templo do Espírito Santo e este, por sua vez, não
é um visitante esporádico, antes, é um morador
permanente que não se ausenta de sua morada (1 Co
6.19,20);
Esse glorioso habitante é zeloso e sente ciúmes de seu
santuário (Tg 4.5);
Somos selados com o Espírito Santo da promessa, o qual é
o penhor (garantia) da nossa herança, para a redenção da
possessão adquirida, para o louvor da sua glória (Ef
1.13-14);
Somos um povo especial, propriedade exclusiva de Deus (Tt
2.14,1 Pe 2.9) resgatados por um preço caríssimo (Sl
49.8);
Somos auxiliados em nossas fraquezas pela incomparável
intercessão do Espírito Santo (Rm 8.26);
Somos mais que vencedores por aquele que nos amou e
estamos certos de que absolutamente nada poderá nos
separar desse amor (Rm 8.37-39);
O Senhor guarda a nossa alma contra todo mal (Sl
121.5-7);
Jesus é o valente que venceu e expulsou Satanás das
nossas vidas, tirando-lhe toda a sua armadura,
repartindo os seus despojos (Lc 11.21-22);
Se formos infiéis, Ele permanece fiel, pois não pode
negar-se a si próprio (2 Tm 2.13).
A soberania de Jesus sobre os demônios
A possessão demoníaca é uma enfermidade espiritual que
pode, às vezes, exteriorizar uma doença física. A Bíblia
diz que o Cordeiro de Deus “verdadeiramente tomou sobre
si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre
si” (Is 53.4).
O fariseu Nicodemos reconheceu que Jesus era mestre
vindo de Deus por meio de seus singulares prodígios e
grande parte desses prodígios estavam relacionados a
curas de enfermidades. Em muitos casos, essas
enfermidades eram frutos de possessões demoníacas. “E,
tendo chegado a tarde, quando já estava se pondo o sol,
trouxeram-lhe todos os que se achavam enfermos e os
endemoninhados. E curou muitos que se achavam enfermos
de diversas enfermidades e expulsou muitos demônios,
porém não deixava falar os demônios, porque o conheciam”
(Mc 1.34, grifo do autor).
Acontecimentos como esses foram comuns em seu
ministério. Certa vez, Jesus curou um mudo e
endemoninhado: “E expulsou o demônio, falou o mudo e a
multidão se maravilhou dizendo: Nunca tal se viu em
Israel” (Mt 9.33). Houve também algumas mulheres que
foram libertas pelo seu poder: “e também algumas
mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e
de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram
sete demônios” (Mt 8.3; Mc 16.9).
Lembramos também do relato histórico de um homem,
gadareno, que era possuído por demônios. Não andava
vestido, habitava nos sepulcros, era muitas vezes
aprisionado com grilhões e cadeias e as prisões eram por
ele quebradas; temível, era considerado um monstro na
sociedade da época. Seríamos capazes de avaliar o
rebuliço e a insegurança que causava a todos os
moradores da cidade?
O texto diz que repreendida por Jesus, a legião se
prostrou diante dele: “E, quando viu a Jesus,
prostrou-se diante dele, exclamando, e dizendo com alta
voz: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus
Altíssimo? Peço-te que não me atormentes” (Lc 8.28). Os
de demônios chegaram a suplicar-lhe que não os mandasse
para um abismo próximo, sendo a eles concedido que
entrassem numa vara de porcos que naquele momento
pastava no local. O resultado foi glorioso: “Os
habitantes da cidade acharam o homem de quem haviam
saído os demônios, vestido, e em juízo, assentado aos
pés de Jesus; e temeram” (Lc 8.35, grifo do autor).
Jesus sempre demonstrou sua soberania diante dos
demônios, porém houve um caso em que seus discípulos não
conseguiram expelir uma legião de demônios devido ao
maior grau de resistência dessa legião e a falta de fé
revelada pelos discípulos: “e trouxe-o (lunático) os
teus discípulos e não puderam curá-lo. Então repreendeu
Jesus o demônio, que saiu dele; e desde aquela hora o
menino sarou. Jesus explicou: Esta casta de demônios não
se expulsa senão pela oração e pelo jejum” (Mt 17.
16,18, 21).
Absolutamente, não é de qualquer maneira que podemos
enfrentar os inimigos das nossas almas. Veja Efésios
6.10-18.
O aparente fracasso dos discípulos causou-lhes
desapontamento. Contudo, noutra passagem podemos
contemplá-los cheio de alegria pelo fato de terem os
demônios sujeitado-se à autoridade de Jesus a eles
conferida (Lc 10.17). Nada era fruto da capacidade
humana: “Eis que vos dou poder para pisar serpentes e
escorpiões, e toda força do inimigo, e nada vos fará
dano algum” (Lc 10.19, grifo do autor).
O mundo jaz no maligno, o deus deste século (2 Co 4.4).
Ele tem sob seus domínios os reinos deste mundo (Lc
4.4). O confronto de poderes, luz versus trevas, é
inevitável. A Bíblia declara que a vitória é certa (1 Jo
4.4).
Estejamos sempre prontos para este combate como bons
soldados de Cristo, lembrando que o maior motivo da
nossa alegria não é a sujeição dos demônios, mas, antes,
por estar o nosso nome escrito no livro dos céus (Lc
10.20). Devemos sempre tributar adoração àquele que
recebeu todo o poder no céu e na terra (Mt 28.18) e se
revelou para desfazer as obras do diabo (1 Jo 3.8).
Notas:
3 Pergunte e Responderemos, Ano XL. Maio. 1999. 444, p.
194.
4 Pergunte e Responderemos, Ano XL. Maio. 1999. 444, p.
197.
5 Manual do Exorcista (Orações do Papa León III). Papa
León Magno. Madras 1998 (prefácio).
6 Manual do Exorcista (Orações do Papa León III). Papa
León Magno. Madras 1998, p. 78.
7 Ele andou entre nós. Josh Macdowell & Bill Wilson.
Candeia. 1988, p. 82.
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